No desespero pra calar as noticias crimes que o réu Luiz Pereira Carlos vinha fazendo e ainda o faz com relação à cobrança de pedágio na Avenida Carlos Lacerda no Rio de Janeiro, mais conhecida por Linha Amarela, muito embora a LAMSA coloque no recibo como AutoEstrada Linha Amarela com intuito de enganar o usuário e ou muitas vezes usando também o apelido de Via Expressa, que tem o mesmo objetivo iludir a boa fé das pessoas.

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Assim sendo o Ministério Publico do Estado do Rio de Janeiro no ano de 2004 indiciou o noticiante em processo crime, não obstante todas as provas apresentadas antes do feito, que na verdade pouco ou nada interessava ao fatídico MPERJ. O que de fato queriam era calar as noticias esconder as suspeitas de crimes, proteger a concessionária e para isso usaram de todo poder pra indiciar-nos.

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Ocorre que ao chegar às barras do tribunal a Juíza percebeu que o indiciado falava a pura verdade, e estava devidamente fundamentado com documentos e provas suficientes pra encarar o tal MPERJ. Diante dessa situação não restou aos parquet outra condição qual não fosse de alegar que o réu é suspeito de esquizofrenia aguda e incapaz. A Juíza, que essas alturas já conheciam bem o réu, ficou meio desconfiada dos parquet porem com a insistência desses pulhas de que deveria ser o réu submetido a exame de sanidade mental no Hospital Heitor Carrigio na Frei Caneca, a juíza até mesmo por uma questão corporativista, em parte, concorda e exara intimação pra comparecimento frente ao psiquiatra forense no local designado no dia 04/04/2007 as 9:00 horas.

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O réu então, já em audiência informa que não se submeteria a decisão ridícula cujo objetivo era o desmoralizar as noticias arguindo personalidade de louco e incapaz, tudo com objetivo de abafar as denúncias. O réu não compareceu e não se submeteu as determinações deste tribunal de exceção, naquele momento. Então o MPERJ informa ex-oficio que o réu seria levado, por escolta policial, no dia 06/04/2007 a unidade psiquiátrica do Hospital Prisional Heitor Carrilho. O réu então exala e some da área pra não ser encontrado até que pudesse recorrer da sentença.
No dia e na hora marcada pra ser levado a força, o Hospital Heitor Carrilho sofre uma emboscada da Máfia Italiana ligada a Tomaso Buschetta na tentativa de regatar do local Alessandro Castiglione, como redigido nas matérias ora juntadas.

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Coincidências a parte o vereador Alberto Sales, que lutava contra o famigerado pedágio LAMSA, antes de ser assassinado na Linha Amarela deixou-me o dossiê contendo contratos e termos aditivos desta concessão.

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O Engenheiro Jean Carlos cuja responsabilidade era de criar os Termos Aditivos da concessão e seu nome constava em clausula contratual de obras como peça imexível, assinando o contrato junto com as parte, sofre assalto e é morto por um di menor segundo as informações que nos chegaram até o momento a serem apuradas.

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Se tivesse comparecido ao Heitor Carrilho com certeza seria a terceira coincidência, nos crimes próximos do Pedágio Linha Amarela.


 http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL19013-5606,00.html


 http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2007/not20070406p17859.htm