Para os Estados Unidos e aliados, os militares brasileiros sempre foram um impedimento ao acesso total desses países às riquezas naturais do Brasil, e a seus projetos estratégicos de defesa e energia. 

Mas o que mais incomodava aos EUA, naquela época, era a sólida noção de soberania desses governos, que impediam projetos americanos dissimulados em parcerias, ongs e negociatas. 

As Forças Armadas brasileiras sempre tiveram um bom relacionamento com as dos EUA, mas parava por aí.

Na redemocratização do Brasil, os EUA finalmente tiveram a grande oportunidade de atingir seus objetivos, com a chegada de esquerdistas ao poder. Com eles, os EUA teriam todas as facilidades.

Sabendo que os esquerdistas brasileiros eram inimigos dos nossos militares, que os derrotaram em sua tentativa armada de instituir uma ditadura socialista no Brasil na década de 1970, os EUA e aliados os apoiaram de todas as formas, estabilizando seus governos e os apoiando abertamente em troca de seus objetivos estratégicos, seguindo o velho ditado:

"O inimigo do meu inimigo, é meu amigo!". 

E os EUA conseguiram vitórias com essa tática contra a soberania do Brasil, como mostram os exemplos incontestáveis dos governos de esquerda, de FHC e Lula:

- Privatização lesiva da Vale do Rio Doce e outras estatais estratégicas (FHC); 

- Acesso dos EUA à Base de Lançamentos em Alcântara (FHC); 

- Início do sucateamento das Forças Armadas (FHC); 

- Desativação da nossa competitiva indústria bélica (FHC); 

- Assinatura do Tratado de Não Proliferação de Armas Atômicas pelo Brasil (FHC);

- Estagnação dos projetos do submarino nuclear e caças supersônicos (FHC e Lula);

- Assinatura de tratado contra mísseis balísticos pelo Brasil (FHC);  

- Invasão das ongs estrangeiras na Amazônia brasileira (FHC e Lula).

- Criação de imensas reservas indígenas sobre cobiçadas jazidas estratégicas (FHC e Lula);

- Influência de ongs estrangeiras no primeiro escalão de governo (Lula);

- Impedimento da compra de novos caças à FAB e reaparelhamento geral das FFAA (Lula);

- Acidente ou sabotagem do foguete VLR pelos EUA, apesar dos alertas antecipados de nossas FFAA ao governo (Lula);

- Suspensão total do Projeto Calha Norte para a Amazônia (FHC e Lula);

- Venda de território da Amazônia a estrangeiros (FHC e Lula); 

- Abertura ao capital estrangeiro para exploração de minérios estratégicos (Lula); mantendo o subfaturamento do Nióbio brasileiro, para manter o PT no poder, beneficiando Inglaterra e EUA. (Lula).

O que vimos depois disso tudo?
 
FHC, que lecionava marxismo, desfilando com Bill Clinton pelo mundo afora, e Lula sendo eleito o "Golden Boy" dos EUA para o cone sul. 

Nenhuma dessas concessões acima, aos EUA e aliados, foi permitida nos governos militares brasileiros. Dá para negar?

Governar países não é papel das suas Forças Armadas. Salvo em grave ameaça institucional à Nação, como em 1964. Mas os valores inerentes à mentalidade militar, tais como a defesa intransigente da soberania, a honestidade, a firmeza para com os objetivos e o planejamento estratégico, deveriam ser obrigatórios a qualquer um que pretendesse a governar o Brasil.