| Pinheirinho: passado um ano do massacre, a luta continua Por redação Caros Amigos 28/01/2013 às 12:37 LS - O artigo é de 21 Janeiro 2013, mesmo com atraso, vale a pena republicar no CMI.
Famílias seguem sem moradia, terreno ficou inutilizado e não houve justiça contra os abusos cometidos na desocupação. Ato no dia 22/01 lembra a permanência dessa luta.  Os ex-moradores e movimentos sociais preparam um ato para essa terça-feira (22/01), quando completa um ano da desocupação do Pinheirinho, bairro popular de São José dos Campos que foi palco de um massacre em janeiro de 2012. Na data, por volta das 6 horas da manhã de um domingo, 1700 famílias, aproximadamente 6 mil pessoas, foram acordadas por uma operação militar com feições de guerra: um contingente de 2 mil policiais, equipados com dois helicópteros Águia, cavalaria e farto armamento 'menos letal', como balas de borracha e gás lacrimogênio. As residências foram derrubadas com grande parte dos pertences dentro. Não houve acompanhamento de assistentes sociais, nem encaminhamento das famílias para outras moradias. A imprensa foi impedida de acompanhar a operação. Passado um ano desde o despejo, ainda não foram designadas residências adequadas para as 6 mil pessoas. Os advogados que representam as famílias tentam, na justiça, reaver o terreno para que ele seja destinado a moradia popular, permitindo que os atingidos possam reconstruir suas casas.O ato, chamado pelo Movimento Urbano dos Sem Teto (MUST), será para chamar atenção para esta luta permanente. Ele acontece às 18 horas deste dia 22, no Centro Esportivo Campo dos Alemães, em São José dos Campos. São Paulo. Para marcar a data, a Caros Amigos disponibiliza na íntegra a reportagem "Pinheirinho: como arquitetar um massacre" (>> clique e leia em http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/component/content/article/210-revista/edicao-188/2759-pinheirinho-como-arquitetar-um-massacre), publicada na edição 188, mostrando que as denúncias não se resumem ao excesso de violência na operação do dia 22 de janeiro. Também a ordem judicial de desocupação do Pinheirinho foi e continua sendo alvo de graves suspeitas, uma vez que sinaliza a articulação entre os poderes executivo e judiciário paulista nos meses que antecederam o massacre dos moradores. São tantas suspeitas que um grupo de juristas e advogados está recorrendo à Comissão de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), denunciando pontos nebulosos na ação do alto escalão institucional: juíza, desembargador, coronel da PM, prefeito e governador são apontados como agentes de violações. Confira também reportagem que narra os abusos cometidos na reintegração de posse no ano passado: >> Pinheirinho: jornalista de Caros Amigos narra os abusos em S. J. dos Campos, em http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/cotidiano/1139-pinheirinho-jornalista-de-caros-amigos-narra-os-abusos-em-s-j-dos-campos
URL:: http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/politica/2963-pinheirinho-passado-um-ano-do-massacre-a-luta-continua >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria E , de volta a realidade e não covardemente escondidos sob o manto do interesse ideológico , tentando se passar por paladinos da justiça social , percebemos que , pasmem , é um massacre sem mortos , rs . Por mais que a massa de manobra esquerdista tentasse colar a pecha de massacre , houve apenas um morador que morreu no hospital de AVC . Os tais moradores que resisitiram a obvio retomada do terreno , também não passavam de militantes , pessoas estranhas ao conflito , que decidiram que precisavam gerar alguma vítima para colher os trunfos ideológicos , tal qual fizeram em Carajás . Estes mesmos militantes , não ruborizam ao mentir que o terreno seria propriedade de Naji Nahas , quando na verdade o mesmo pertençe a massa falida de Nahas e , o valor auferido com a sua venda , será utilizado para ressarcimentos trabalhistas , portanto de uso social . Interessante também comprovar que , enquanto os tais justiceiros se indignaram e protestaram na questão do Pinheirinho , não causou nenhuma comoção ou protesto , a desapropriação , no mesmo periodo , do um terreno pelo governo petista nas imediações de Brasilia, este sim com vítimas por balas de borracha e agressões . Nem mesmo protestaram ou tomaram alguma ação , em relação ao exz sindicalista e militante do PSTU que recolhia mensalidades dos moradores do Pinheirinho , alegando que o dinheiro era usado para custear a permanencia deles na area invadida . Mas sabe como é né ? A indignação dos esquerdistas é seletiva , suas reinvindicações e exigencias são bem pontuais . Terminam exatamente no momento em que algum interesses ideológico ou financeiro deles é afetado , rs .
E ainda exigem ser levados a sério , se achando a bala da esperteza , rs . Piada .
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