| MORSI DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA MEIO A PROFUNDA CRISE DA TRANSIÇÃO PACTUADA Por Liga Bolchevique Internacionalista 30/01/2013 às 16:10 Leia este artigo na íntegra no BLOG político da LBI MORSI DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA EM MEIO A PROFUNDA CRISE DA TRANSIÇÃO PACTUADA, EUA PRESSIONA POR NOVO GOVERNO ALINHADO COM A OTAN Toque de recolher, estado de emergência, repressão nas ruas com dezenas de mortos, feridos e centenas de presos. Esse foi o cenário de "celebração" dos dois anos da fantasiosa "revolução árabe" no Egito. Tais medidas draconianas obviamente não foram impostas pelo pró-imperialista Hosni Mubarak, pelo contrário, foram ditadas justamente pelo governo "revolucionário" parido das mobilizações que se iniciaram em janeiro de 2011 e levaram a queda do desgastado e doente títere da Casa Branca. Dois anos após a queda de Mubarak, a organização Islâmica Irmandade Muçulmana tendo à cabeça Mohammed Morsi, que venceu as eleições de maio através de seu braço político, o reacionário Partido da Liberdade e Justiça, aplica os mesmos ataques desferidos por seu senil antecessor e encontra-se fragilizada sendo completamente refém do exército controlado diretamente pelo imperialismo ianque. Nesse contexto, cabe a "singela" pergunta: essas foram as gigantescas conquistas da "revolução democrática vitoriosa" vendida aos quatro quantos pelos revisionistas do trotskismo? Ao procurarmos na imprensa destas organizações (PSTU-LIT, PO, PCO, PTS-LER, CIO-LSR, MR-CS...) encontramos um silêncio sepulcral diante dos últimos acontecimentos ou uma busca desesperada por dar "explicações" para tal desfecho recorrendo a todo tipo de malabarismo político como o surgimento de um nova "onda revolucionária" contra Morsi. Leia este artigo na íntegra no BLOG político da LBI: http://lbi-qi.blogspot.com.br/ Siga-nos no TWITTER: http://twitter.com/LBIQI
URL:: http://lbi-qi.blogspot.com.br/ >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Não dá para colocar tudo no mesmo saco. è preciso saber distinguir até mesmo o que aconteceu antes nos casos do Egito/Tunísia, Líbia/Síria e Barein.
O caso do Egito e Tunísia houve desde o início, e é onde tudo começa, um enfrentamento entre forças autenticamente libertárias, laicas e por que não dizer revolucionárias contra um Estado comprometido com os interesses da OTAN na região. Estes revoltosos não receberam ajuda dos imperialistas. Pelo contrario, sua rebelião foi perseguida e domesticada por uma dita democracia islâmica.
No caso de Líbia e Síria qualquer descontentamento que pudesse haver sequer foi canalizado para os interesses imperialistas, pois a intervenção sempre foi direta. Desde o início o que de fato sempre contou foi a conspiração contra governos que não atendia aos interesses da OTAN e seus comparsas fundamentalistas.
No Barein a mão de ferro do imperialismo e seus comparsas é exercida por um governo constituído e um Estado legitimado pela ONU.
No primeiro caso e no último caso citados é preciso apoiar os insurgentes. No caso da Síria todos sabem que os ditos rebeldes são tão ruins que podem fazer o povo amar até ao demônio se este se puser contra eles.
 | Você, como a bosta da LBI, meteram o pau no povo egipcio e tunisiano desde o começo, defendendo que árabe não faz revolução, que eles só querem saber de rezar pra alá, e que essas revoluções eram armações da CIA.
Agora tentam se redimir como as suas mentiras pagas pelo capital não podem mais se sustentar minimamente, e tentam se fazer de amiguinhos daqueles que vocês desprezam.
Os proletários egipcios e tunisianos forem contidos de inicio mas estão aos poucos se dando conta de que o caminho dos proletários líbios e sírios é o unico digno e o unico que serve aos interesses do povo, por isso já começaram a trilhar o mesmo caminho deles.
Viva a revolução popular árabe, vive a autogestão social
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