| PRECISAMOS FALAR SOBRE O FACEBOOK Por voluntário 01/02/2013 às 23:25 Precisamos falar sobre o Facebook  Facebooo Por muitos anos temos provido servidores e infraestrutura de comunicação para a esquerda. Temos feito o nosso melhor para manter servidores seguros e temos resistido por vários meios a requisições a dados de usuário/a feitas por autoridades.
Em resumo: tentamos oferecer uma forma de comunicação libertadora dentro da internet capitalista.
Sempre vimos a internet como um recurso para nossas lutas, e ao mesmo tempo a reconhecemos como um terreno político controverso, e agimos em consonância com isto. Pensávamos que a maior parte da esquerda a enxerga da mesma maneira. Mas uma vez que mais e mais pessoas na esquerda tem "usado" o Facebook (ou o Facebook as tem usado), não temos mais certeza sobre isso. Ao contrário, nosso trabalho político tem sido insuficiente e exaustivo. A comunicação criptografada com servidores autônomos não é tida como libertadora, mas como irritante.
Disneylândia
Apenas não havíamos percebido que, depois de toda a tensão nas ruas e todas aquelas longas discussões grupais, muitos ativistas parecem ter o desejo de falar bastante no Facebook sobre tudo e todos. Não havíamos percebido que, mesmo na esquerda, o Facebook é a mais doce das tentações. Que a esquerda, como todo mundo, gosta de seguir a suave correnteza da exploração aonde ela não parece fazer mal nenhum e, mesmo só por uma vez, não precisar resistir. Muitas pessoas sofrem de má consciência. Embora isto possa levá-las a antever as consequências fatais do Facebook, isso não parece ter sido transformado em ação.
É realmente ignorância?
Só para dar um breve resumo do problema; ao usar o Facebook, ativistas não apenas fazem sua própria comunicação, sua opinião, seus "curtir", etc. transparentes e disponíveis para processamento. Ao invés disso -- e consideramos ainda mais importante -- eles/as expõem estruturas e indivíduos que tem pouco ou nada a ver com o Facebook. A capacidade do Facebook de investigar a rede atrás de relações, semelhanças, etc. é difícil de ser entendida por pessoas leigas. O falatório no Facebook reproduz estruturas políticas para autoridades e empresas. Este falatório pode ser pesquisado, organizado e agregado não apenas para obter declarações precisas sobre relações sociais, pessoas-chave, etc, mas também para realizar previsões, das quais se pode deduzir regularidades. Depois dos celulares, o Facebook é a mais sutil, barata e melhor tecnologia de vigilância disponível.
Usuários do Facebook como informantes não-intencionais?
Sempre pensamos que a esquerda queria outra coisa: continuar nossas lutas na internet e usá-la para nossas lutas políticas. É disso que se trata para nós -- mesmo hoje. É por isso que vemos usuários/as de Facebook como um perigo real para nossas lutas. Em particular, ativistas que publicam informações importantes no Facebook (muitas vezes não sabendo o que estão fazendo), que são cada vez mais utilizadas por órgãos de segurança pública. Poderíamos quase ir tão longe ao ponto de acusar esses/as ativistas de colaboracionismo, mas ainda não chegamos a este ponto. Ainda temos esperança que as pessoas percebam que o Facebook é um inimigo político e que aqueles/as que o usam fazem-no mais e mais poderoso. Usuários/as ativistas do Facebook alimentam a máquina, e assim revelam nossas estruturas -- sem qualquer necessidade, sem qualquer mandado judicial, sem qualquer pressão.
Nosso Ponto de Vista
Estamos cientes que falamos "de cima". Para nós, que trabalhamos por anos -- e muitas vezes ganhamos a vida -- com a rede e com computadores, administração de sistemas, programação, criptografia e muito mais, o Facebook surge quase como um inimigo natural. E desde que também nos consideramos como parte da esquerda, isto soma-se com a análise da economia política do Facebook, onde "usuários/as" são transformados em produto a ser vendido e tornam-se consumidores ao mesmo. O jargão para isso é "geração de demanda". Percebemos que não é todo mundo que lida com a internet de forma tão entusiasmática como nós. Mas que ativistas permitam que este Cavalo de Tróia chamado Facebook seja parte das suas vidas cotidianas, é um sinal e ignorância num nível crítico.
Digam a todos/as: fechem suas contas no Facebook! Você está colocando outras pessoas em perigo! Aja contra esse monstro de dados!
Lute contra o capitalismo! Também -- e especialmente -- na internet! Contra a exploração e a opressão! Também -- e especialmente -- na internet!
Encha o saco de seus/suas camaradas. Mostre-lhes que ao alimentar o Facebook eles/as estão escolhendo o lado errado!
Email:: contato@midiaindependente.org URL:: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/11/514157.shtml >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Desculpe, mas entre o Facebook e o CMI, prefiro o Facebook. E tem mais, eu sou de esquerda e filiado a um partido de esquerda.
Me parece que o discurso do autor não consegue se fazer ouvir pelos jovens. Acho que o autor parou no tempo. Não ocorre ao voluntário que os "vigilantes" que usam o Facebook podem ficar atulhados em informação irrelevante propositalmente colocada na rede enquanto ações de esquerda são feitas nas uras por pessoas sem páginas naquela rede social? Esse pessoal que se acha militante e usa o facebook na verdade são burgueses que acham que são justiceiros sociais. Eles fazem o jogo da direita corporativa e portanto só podem ser de direita.  | É um texto importante, mas como todo material de conscientização tende a ser ignorado ou cair no esquecimento.
Eu gostaria de destacar alguns fatos sobre o Facebook e levantar algumas dúvidas que tenho sobre o mesmo.
Fatos: 1) O Facebook é uma empresa: Com ações na bolsa e tudo mais; 2) O Facebook tem dono: Supostamente o Mark Zuckemberg e um grupo de pessoas são os controladores majoritários e tomadores de decisão no Facebook; 3) O Facebook visa o lucro: Como toda empresa, neste caso o lucro seria obtido através da publicidade; 4) O Facebook prima por um bom relacionamento com as autoridades constituídas: Óbvio, senão pode ser desativado em determinados países (na maioria deles); 5) O Facebook censura: Diversas publicações podem ser sumariamente retiradas, além de gerar provas contra quem as publicou;
Dúvidas: 1) O Facebook é uma empresa e tem dono: Não haveria "gente grande" por trás do Mark "sonho americano" Zuckemberg, para bancar os imensos investimentos em infraestrutura que não deixam o site "cair" e possibitar ao Facebook desbancar redes sociais do Google e da Microsoft?; 2) O Facebook visa o lucro: Até hoje não deu lucro, mas alguém investiu pesado no site e ele com certeza gera uma quantidade de dados inigualável. É somente o lucro que interessa para o Facebook? (Quem coloca dinheiro sem buscar lucro são governos).
 | Li o texto do Ricardo Ricardi, e me dei conta realmente do que é o Facebook, antigamente era o Lions e o Rotary club, os grandes informantes do Pentagono, e agora, fica no ar... grande verdade.. O texto exorta esquerdistas no Face, mas então, porque o PCB e o PCdoB possuem páginas no Facebook ?
É difícil ler o post e ver as coisas não refletem o pensamento ou a provocação....  | Penso que a fragilidade em se limitar a partidos de esquerda, causa uma esclusão dos movimentos sociais que lutam contra as injustiças da falsa justiça do estado.
As pessoas que atuam na esquerda necessariamente não são de partido, mesmo porque as que são tem limitações de atuação e fala, que serve de preventivo a imagem do que defende sem saber se é alienado dentro de um grupo como este, partido.
Facebook tem que ser usado para contra-informação, usar a rede deles para disceminar as realidades brasileiras, e não se precisa de informações legítimas de perfil, basta criar um email falso com um bela foto, e começa as criar aceitações inúmeras de amizades, entrar em grupos e grupos e falar através de imagens e texto ou links, sobre situações de injustiça social, e direcionar para os que são verdadeiramente autores do descaso.
Não quero ser identificado pelo facebook, daí um perfil falso, sou militante e não correrei o risco de me pegarem acessando, pois minha internet é pirata também... denuncio pessoas injustas pela rede deles, e não me sinto traidor.
Usar a rede deles a favor de quem não pode e nem tem acesso, ou seja os oprimidos e injustiçados.
Atuem como quiserem, mas não represente ou atue da forma ideológica dominante.  | O esquerdismo é uma religião. com seus dogmas e fanáticos.
Vamos substituir algumas palvras num trecho do texto acima:
¨Apenas não havíamos percebido que, depois de toda a doutrinação e todas aquelas longas discussões grupais, muitos religiosos parecem ter o desejo de falar bastante com o Demônio sobre tudo e todos. Não havíamos percebido que, mesmo na Igreja, o Demônio é a mais doce das tentações. Que os religiosos, como todo mundo, gosta de seguir a suave correnteza da maldade aonde ela não parece fazer mal nenhum e, mesmo só por uma vez, não precisar resistir. Muitas pessoas sofrem de má consciência. Embora isto possa levá-las a antever as consequências fatais do Domônio, isso não parece ter sido transformado em ação. ¨
RELIGIÃO PURA...  | Um comentarista escreveu aí em cima:
''Desculpe, mas entre o Facebook e o CMI, prefiro o Facebook. E tem mais, eu sou de esquerda e filiado a um partido de esquerda.''
Eu não tenho vontade de me classificar como sendo alguem que esteja posicionado à esquerda, no centro ou à direito no paiol da '(anti-)democracia representativa burguesa'. E não me surpreende que alguem do dito paiol prefira sentar em cima do pau do Tio Sam do que ficar aqui no CMI.
Um outro comentarista fez uma lista de colocações, as quais eu considero centrais para analisar o carater social ou alienante de qualquer veiculo de comunicação. É preciso ver quem está por trás do meio. Se existe um dono, um 'Roberto Marinho', entao está claro que você está sendo usado como objeto no mercado. Se alem do mais o dono é um gigante lá do Norte, é porque ele tem a benção do Titio lá. Somente um ingênuo poderia acreditar em Papai-Noel, depois de tudo o que o imperio nortenho tem aprontado no mundo, transformando-o em morte, fome e guerra.
Diante disso, não chega a surpreender que a lista dos que foram expulsos do Facebook por motivos politicos já não consegue ser mais escondida. Contas de cubanos, por exemplo.
E ainda assim não posso deixar de refletir sobre a questão estrategica de se intrometer tambem nos campos mediaticos da direita, a fim de não deixa-los dominar ser revide aquele espaço. Muito complicado, sabendo que os ianques utilizam ferramentas refinadas para localizar cada nõ da rede, o que lhes facilita aplicar 'o remédio' em doses contadinhas. Fazendo as analises estatísticas, os ianques sabem o que a massa de objetos sociais pensa e, portanto, pode planejar suas estrategias segundo a intensidade da febre (da organização) de seus aliados e, sobretudo, de seus inimigos anti-imperiais. Aqui reside o grande perigo de toda esta maquinaria que parece tão 'livre' e é tão aprisionador. Uma vez colocadas no Facebook, ninguem mais tira suas informações de lá! Tente apagar sua conta e você verá! Receberá uma mensagem final, dizendo que sua conta poderã ser reativada a qualquer momento! Bom, mesmo que não emitissem tal mensagem, na prãtica significaria a mesma coisa: ninguem tem como apagar suas fotos, frases etc. depois de te-las postado no Facebook. Estarã prisioneiro para sempre!
 | É assustador que o mito de um arquivo mundial contendo detalhes íntimos de cada um dos terráqueos tenha se tornado realidade. Já se foi qualquer pretensão de uma vida privada, os nossos maiores segredos agora são propriedades de uma empresa. Como disse um alguém em um fórum qualquer: ?o objetivo do Facebook é analisar e mercantilizar os nossos dados; tudo sobre todos os íntimos detalhes da nossa vida, dos nossos amigos, do nosso padrão de consumo, dos nossos amores, das nossas crenças políticas e religiosas, e por aí vai. O problema não está só nas pequenas coisas que postamos, toda a catalogação que eles podem construir é potencialmente incendiária. É o sonho erótico de um Estado policial?. O facebook aparece como um espaço que toma a troca constante de informações como experiência cotidiana, o que reduz a interação entre as pessoas à emissão e recepção de opiniões. Milhares de coisas acontecem no feed de notícias, mas no fim das contas parece que nada nos ocorre de fato. Sabemos sobre uma porção de acontecimentos, às vezes pensamos sobre eles e, em grande parte dos casos, contentamos nossa ação com um clique que ?curte? ou ?compartilha? o fato publicado. Quando algo lido nos comove um pouco mais (seja por empatia, por indignação ou qualquer sentimento), tecemos comentários que representam nossa participação no ocorrido. Com o uso do Facebook é possível perceber que existe uma vida virtual separada da realidade vivida. Enquanto que a primeira parece estar sempre em efervescência, a segunda nunca acompanha o mesmo ritmo. As pessoas confirmam presença nos eventos, curtem e compartilham postagens sem que isso cause o menor dos efeitos em sua vida cotidiana. O Facebook, que antes parecia uma grande arma para o Recife Resiste!, foi cada vez mais deixando de ser uma referência para aquilo que estamos vivendo. Ele movimenta muito menos do que fomos capazes de imaginar. Além disso, percebemos que muitas das movimentações pretensiosamente políticas que se amparam no Facebook como principal meio de interação, foram também se mostrando cada vez mais insignificantes. A vida virtual se separa e se destaca da realidade de uma forma que os pequenos momentos de interação ?ao vivo? se tornam meros ?eventos de facebook?, quando pretendiam ser poderosas mostras de intervenção urbana. Por conta de tudo isso percebemos a necessidade de termos uma relação diferente com o Facebook. Iremos aposentar a nossa conta pessoal e só funcionaremos a partir da página ? se você quiser continuar recebendo alguma notícia do rr pelo Facebook, procure por lá. Sabemos que com o Facebook podemos alcançar muitas pessoas na rede. Contudo, não nos interessa que o escoamento de nossas produções seja recebido com passividade. Se permanecemos no Facebook é por valorizar as lacunas que permitem suprir a necessidade de comunicação, produção e consumo de informação livre. Ainda assim, não podemos esquecer que o controle das informações está nas mãos de uma empresa. E o Facebook, por sua vez, está do lado da autoridade. Devemos ter todo cuidado com os conteúdos veiculados por essa mídia. Esse uso cuidadoso abre portas para visualizarmos uma única saída: fortalecer outros canais de contrainformação e construir outra rede de contato entre os coletivos e projetos que contribuem para a derrocada do capitalismo. Pretendemos manter a comunicação com aqueles que vivem as lutas sociais na vida cotidiana, porém, em especial, fora do Facebook. A internet oferece outros veículos seguros para potencializar a comunicação livre e aproximar iniciativas que estão à margem da tutela empresarial e do Estado. Para circular ideias perigosas com segurança temos que buscar, construir e utilizar meios alternativos na internet. Recife Resiste! http://reciferesiste.org/nossa-relacao-com-o-facebook/  | Enquanto os subditos dão tudo o que tem ao Facebook, Twitter, Myspace, Skype e outras ferramentas em mãos do império de turno, a maquinaria estatística do Amo trabalha a mil para avaliar estas valiosas informações. Valiosas para quem tem como objetivo impor mais e mais sua dominação colonial.
Li há alguns dias, num livro de estudos sociolinguisticos, o seguinte:
''Aquele indivíduo que, numa rede social (qualquer), é procurado com mais frequência para se comunicar, ocupa geralmente a posição mais alta dentro do grupo e pode ser considerado, por isso, como 'líder do grupo'.'' (Hartig, Matthias (1998). Soziolinguistik des Deutschen, p. 151."
Nas ditas 'redes sociais' (que para mim são bem anti-sociais, como seus donos), a coisa mais fãcil que existe é calcular a estatística de contados feitos pelos usuários. O Amo sempre saberá onde e por quem o jogo estã sendo jogado. Saberã, pelo rastreio estatístico de palavras-chave específicas, o teor das conversações. O Amo tem, com isso, todo um mapa estratégico disponível, atualizável a cada segundo. Se 'for preciso', poderá enviar um desses aviõezinhos não-tripulados para meter uma bomba no local rastreado. Ou controlar o desenvolver do processo, esperando o momento adequado para dar o bote!
Se o Amo e suas ferramentas de controle fossem bons, Jesus os teria apoiado os romanos. Ele não os apoiou! Ele resistiu e os condenou!
 | Não vamos especular: a polícia mantêm monitorados todo e qualquer suspeito hoje em dia, os grampos não-permitidos não servem de provas, mas para controlar informações http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2013/03/517265.shtml  Lista dos perfis do facebook monitorados pela polícia (cópia de material particu Não vamos especular: a polícia mantêm monitorados todo e qualquer suspeito hoje em dia, os grampos não-permitidos não servem de provas, mas para controlar informações http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2013/03/517265.shtml  Lista dos perfis do facebook monitorados pela polícia (cópia de material particu Paranoico. Eu nao to nem ai. O Facebook e capetalista mesmo e tira proveito de mim, mas com certeza eu tiro bastante (mais?) proveito dele. Quem tem um minimo de bom senso nao compartilha informacoes importantes, e ate se voce for um guerreiro revolucionario pode utilizar o facebook para despistar "as forcas repressoras" que devem estar sempre atras de voce, talvez ate atras da sua porta CUIDADO! UFA essa foi por pouco.
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