Não obstante o extraordinário desenvolvimento das ciências e das tecnologias hoje disponíveis, junto com um verdadeiro exército de inteligências e habilidades postas à serviço das elites empresariais do mundo, estas não conseguem universalizar o aproveitamento das habilidades das pessoas, de modo a tambem pudessem universalizar o acesso à oportunidade de ter qualidade de vida a todas as pessoas.
O mundo corporativo é dominado por pessoas sem visão sistêmica e sem criatividade.
O ideal mediocrizante desta cúpula, se resume a minimizar custos e maximizar lucros. Aumentar a competitividade para ampliar a acumulação de patrimônio de modo indeterminado, mesmo que isto resulte na completa deterioração das condições sociais e na exaustão dos recursos, e desequilíbrio irreversível das condições naturais.