| Resposta a Primeiro Ministro Británico Por Press.Int. 10/02/2013 às 08:12 \ Respuesta al Ministro britanico sobre Malvina Press Int. - 07.02.2013 05:28 Puede el Gobierno Británico mentir tan descaradamente? No les queda una pizca ni de decencia ni de moral ?
RESPUESTA AL SR MINISTRO BRITANICO CAMERON QUE CALIFICO A LA ARGENTINA COMO PAIS "COLONIALISTA"
El Sr Cámeron ( 1° Ministro Britanico) tildo de "colonialista" la posición argentina. Dijo que ella no respeta la autodeterminación de los isleños.
Vamos a responder a ese Sr solo con algunos de los muchos comentarios que podriamos hacer.
1) Inglaterra respeto la autodeterminación de los Malvinenses argentinos cuando invadio, los puso en barcos y los abandono en las costas patagonicas, reemplazandolos por otros de diversos dominios donde egercia su "colonialista y esclavista poder?
2) Respeto la autodeterminación de los españoles originarios de Gibraltar cuando invadió y los expulso de sus casas y territorios?
3) Inglaterra respeto la autodeterminación de los habitantes originarios cuando soterramente invadio las Guayanas ( asi como tambien lo hicieron las potencias colonialistas Francia y Holanda) y los reemplazó por publación proveniente de diversas colonias asiaticas ,africanas, etc.)?
4) Inglaterra respetaba a los propios kelpers cuando los mantenia sin pasaporte para que no pudiesen abandonar las Islas Malvinas y unicamente mediante el casamiento con un britanico originario del reino unido podian hacerse del pasaporte para salir de su asilamiento forzado. SOLO cuando Argentina las retomo les dio documentos plenos que luego los colonialistas ingleses tuvieron que respetar?
5) Inglaterra respeto a cualquier habitante de sus colonias cuando promovia la inmigración forzada de habitantes de diversas culturas para romper cualquier sentido de homogenidad cultural y asi dificultar rebeliones ante su despotismo?
6) Ingleterra y aun mas los EEUU respetan las culturas locales cuando fomentan , auxilian, financian , religiones fundamentalistas evangelicas para romper la unidad cultural religiosa y asi poseer otra herramienta de dominio?
7) Respeto Inglaterra la autodeterminación de los chinos cuando les impuso el uso del opio en la VERGONZOSA Guerra del Opio ?
8) Inglaterra respetaba a los kelpers cuando todas las mayores propiedades de la isla pertenecian a las Falklan Company de propiedad mayoritaria del esposo de la nefasta Sra Tacher. SOLO despues de la intervención argentina fue aprobado el cambio de la injusta esclavización economica de los habitantes de las islas.
9) Inglaterra respeta al resto del mundo cuando hoy dia de los 17 enclaves coloniales que aun persisten 12 pertenecen a ella?
Sr Cameron , Ud no es ningun ignorante, tiene los conocimientos suficientes para saber ,( aun que no lo reconozca ) que Ud es un tremendo mentiroso y que su pais no posee ningun derecho ni historico ni moral para mantener la propiedad de unos territorios que Uds robaron lisa y llanamente.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria De tropeço em tropeço a Presidenta Cristina vem desconstruindo a economia, a classe média e a democracia, com isso, o caos toma fôlego e é o momento de exaltar o inimigo externo: Inglaterra. Uma forma de desviar a atenção dos argentinos para os problemas internos.
Isso é a remasterização de uma tragédia anunciada, quando o tenente general Leopoldo Fortunato Galtieri assumiu a Presidência da Argentina em 1981 e no caos econômico criou o inimigo externo: Inglaterra, invadindo as ilhas Malvinas e assim acendeu o nacionalismo adormecido pelos problemas econômicos da época.
 | O artigo apresenta observações históricas importantes, as quais a mídia colonizada geralmente nem menciona. Quando se olha a história dos últimos 500 anos, é evidente que a Espanha, Portugal ... e as elites que elas deixaram nas colonias roubadas dos povo originários são igualmente condenáveis. Mesmo que ainda hoje estas 'elites' herdadas continuem em todos os pontos do continente com o imoral colonialismo contra os povos originários, é possível ver uma diferença clara de intensidade. Aqueles poucos governos de países que continuam alinhados (velhos parceiros do colonialismo), perseguem os indígenas com uma cara-de-pau que em nada perdem para o histórico das potências colonialistas. Vejam o que o governo chileno faz com os Mapuche, o que o colombiano faz com os povos naquele país, o mesmo Panamá, Paraguay, Guatemala e México. Por outro lado, tem-se os governos novos, com uma visão social e de revitalização dos povos originários, como o da Bolivia de Evo, da Venezuela de Chavez (doa inclusive há anos combustível à mais de 100.000 familis, sobretudo indígenas, dos EUA), Equador de Rafael, Nicaragua de Daniel ... E outros governos medianos no que se refere ao tratamento indígena, como o do Brasil e da Argentina.
Neste contexto, um comentário como o acima - do 'amigo da Onça' - acaba sendo uma declaração de ignorância própria, por repetir o repertório dos colonialistas que há poucos anos levaram a Argentina á quebradeiro do fundo do poço. É preciso ser muito covarde e ignorante para assumir um papel medíocre desses!  | A presença desproporcional de militares britânicos nas Malvinas e a reativação da IV Frota pelos EUA não são movimentos desconexos.
Muito pelo contrário!
Estão todos de olho no Pré-Sal. Ainda mais, quando existe uma forte resistência nos EUA a exploração de petróleo no Alasca, e a Grã-Bretanha não está conseguindo partes importantes no butim imperialista na África.
Nisto, EUA e França foram mais rápidos ativando a Africom e liderando invasões coloniais clássicas, como na Líbia e Mali.
Total apoio a Argentina na questão das Malvinas, e alerta sobre os movimentos de potências imperialistas no Atlântico Sul!  | O Pré-Sal é apenas um alvo econômico em caso de guerra. Com o mundo globalizado e o Brasil sendo um celeiro alimentar, uma guerra é o pior dos mundos para qualquer ação beligerante.
Hoje, qualquer problema e um país como o nosso, causaria estragos no mundo inteiro. Na Roma antiga, o domínio dos romanos não tinha como meta a aniquilação total dos povos dominados. Do Egito a Bretânha, os povos dominados forneciam alimentos e materiais diversos, para sustentar o império. A aniquilação significaria falta de mão-de-obra e por consequência fome.
O Pré-Sal é de exploração complexa e de difícil logística. Qualquer país seria ingênuo se ousa-se tomar a força o que está no subsolo ultraprofundo de nossa Amazônia Azul.
É bom lembrar, que os EUA desenvolveram tecnologia de recuperação de poços de petróleo, que os tornará independentes de petróleo importado. Há outras pesquisas estruturais que estão indo pelo mesmo caminho.
Quanto as Malvinas, os argentinos precisam fazer o dever de casa internamente, tornarem-se potencia econômica e na sequencia bélica para fazer frente novamente a Inglaterra. Na minha visão, o Brasil deve continuar apenas a dar apoio diplomático. A final, os argentinos são "mui amigos" de brasileiros, em !!!  | Os gringos nem vão precisar de fazer guerra pra pegarem o nosso pré-sal: a turma do lullo-petismo e os pelegos que se apossaram da Petrobras fazem isso de "grátis", com seu entreguismo nos leilões das bacias do pré-sal para as multinacionais petrolíferas que já estão tomando conta dessas riquezas, com a bênção de DiLLma e seus asseclas.
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