"REDE" ORGANIZADA POR MARINA É PARA CONECTAR INTENSAMENTE BRASIL AOS EUA

O novo partido político organizado pela ex-senadora Marina Silva para viabilizar sua candidatura ao Planalto em 2014 vai tomando forma e já tem até nome: REDE. Trata-se de uma tentativa para enganar incautos, tentando fugir do estereótipo de um "P" na sigla da nova legenda eleitoral. Mas, para quem saiu recentemente do PV anunciando a falência dos partidos, Marina foi bem ágil em tão pouco tempo para registrar um partido eleitoral nos mesmos moldes institucionais das velhas agremiações burguesas tradicionais. Acontece que a farsa do "Movimento por uma nova política" impulsionado por Marina e sua anturragem de ex-petistas vendidos tinha um objetivo bem definido, ou seja, a próxima disputa presidencial e para isto já contava com grandes recursos dos "verdes" dólares da oligarquia financeira imperialista. Sob a maquiagem da defesa da ecologia e de uma "nova política" setores da burguesia ianque pretendem utilizar Marina para estreitar os vínculos econômicos de dependência do país a combalida economia norte americana, descontentes com uma relativa guinada que os governos da frente popular operaram em relação a China e seu cinturão de relações comerciais. O Brasil tem hoje nos BRICs sua principal corrente de transações econômicas, incluindo exportações de commodities para a Ásia e investimentos diretos no país, fato que tem irritado a Casa Branca. Marina tem recebido uma forte logística do imperialismo para se postular como uma alternativa de poder aos governos do PT, ainda mais reforçada com a falência precoce da oposição Demo-tucana sem nenhuma chance eleitoral para 2014. Não foi pela "defesa da floresta da Amazônia" que Marina foi o destaque político da abertura das olimpíadas de Londres em 2012, e tampouco é a "luta ecológica" o móvel do pesado financiamento internacional recebido pelo "Movimento Nova Política".

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