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| | Terminator Empire
Para rir dos gringos e rir muito mais dos seus sabujos brasileiros.
As relações entre ficção e realidade são bastante interessantes. Quase tudo que os homens imaginaram no passado se tornou realidade. Vidio-conferência, telefones celulares, computadores miniaturizados... tudo isto já foi ficção científica um dia. "Imagine um mundo em que máquinas de guerra autômatas sobrevoam cidades devastadas disparando mísseis em seres humanos." O tema do filme "Terminator" se tornou uma realidade de certa maneira em algumas cidades do Oriente Médio, onde os EUA empregam Drones para incinerar seus inimigos, suspeitos e até crianças. Há neste caso uma sutil ironia. Em 1984, quando "Terminator" foi produzido, o presidente dos EUA era o republicano Ronald Reagan. Você se lembra do projeto Guerra nas Estrelas e das guerras sujas na Nicarágua e El Salvador? Muito bem... Mas quem trouxe para a realidade a ficção dos Drones de combate matando seres humanos foi Obama, um democrata. Isto diz algo sobre o sistema bipartidário norte-americano. Na verdade não existem duas diferentes propostas políticas nos EUA, isto é apenas uma ficção. A realidade, bem mais brutal. Ontem como hoje, sob republicanos ou democratas, só existe um desejo na Casa Branca: o de controlar todos, em todos os lugares usando quaisquer meios. >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria
Rir São divertidos os textos do autor. Estes dias, falara sobre o Rambo. Para nos do CMI rir e muito, hahahaha. Rir Os textos do autor são engraçados, isso é inegável. Estes dias já falara sobre o Rambo. Para o pessoal do CMI rir e muito, hahahaha. Bi-partidarismo note-americano: o pântano da corrupção No prefácio à obra de Karl Marx 'Guerra Civil em França', Engels escreveu sobre o bi-partidarismo nos EUA: "A Comuna teve mesmo de reconhecer, desde logo, que a classe operária, uma vez chegada à dominação, não podia continuar a administrar com a velha máquina de Estado; que esta classe operária, para não perder de novo a sua própria dominação, acabada de conquistar, tinha, por um lado, de eliminar a velha maquinaria de opressão até aí utilizada contra si própria, mas, por outro lado, de precaver-se contra os seus próprios deputados e funcionários, ao declarar estes, sem qualquer excepção, revogáveis a todo o momento. Em que consistia a qualidade característica do Estado, até então? A sociedade tinha criado originalmente os seus órgãos próprios, por simples divisão de trabalho, para cuidar dos seus interesses comuns. Mas estes órgãos, cuja cúpula é o poder de Estado, tinham-se transformado com o tempo, ao serviço dos seus próprios interesses particulares, de servidores da sociedade em senhores dela. Como se pode ver, por exemplo, não meramente na monarquia hereditária mas igualmente na república democrática. Em parte alguma os 'políticos' formam um destacamento da nação mais separado e mais poderoso do que precisamente na América do Norte. Ali, cada um dos dois grandes partidos aos quais cabe alternadamente a dominação é ele próprio governado por pessoas que fazem da política um negócio, que especulam com lugares nas assembleias legislativas da União e de cada um dos Estados, ou que vivem da agitação para o seu partido e são, após a vitória deste, recompensados com cargos. É sabido que os americanos procuram, desde há trinta anos, sacudir este jugo tornado insuportável e que, apesar de tudo, se atascam sempre mais fundo nesse pântano da corrupção. É precisamente na América que podemos ver melhor como se processa esta autonomização do poder de Estado face à sociedade, quando originalmente estava destinado a ser mero instrumento desta. Não existe ali uma dinastia, uma nobreza, um exército permanente - exceptuados os poucos homens para a vigilância dos índios - nem burocracia com emprego fixo ou direito à reforma. E, não obstante, temos ali dois grandes bandos de especuladores políticos que, revezando-se, tomam conta do poder de Estado e o exploram com os meios mais corruptos para os fins mais corruptos - e a nação é impotente contra estes dois grandes cartéis de políticos pretensamente ao seu serviço, mas que na realidade a dominam e saqueiam." http://www.marxists.org/portugues/marx/1891/03/18.htm Seu riso não nega a realidade Rir do texto do postante, não apaga a realidade de suas afirmações. Você é que se mostra um alienado ridículo por tentar escamotear algo tão evidente na história recente do mundo, evidenciando ser mais um defensor a soldo dos interesses do imperialismo decadente. Dica . Imperialismo Seu Rouberto, você nem me conhece para dizer isso. Não sou defensor de imperialismo nenhum, conceito que nem sei se você conhece. Aqui no CMI se fala em esquerda, direita, imperalismo, socialismo, sem se saber do que exatamente se está falando. Não estou nem aí para suas ponderações, você nem sabe do que está falando. 1984 Se quer saber mais sobre o assunto, e que está muito melhor escrito, leia livro 1984, de George Orwell. COMENTARISTAS DRONIZADOS Tenho até dó destes imbecis que defendem a gringolândia no CMI. Além de não ter argumento, eles certamente ficam tontos quando uso o referencial cinematográfico gringo para expor as contradições daquela merda de país que eles amam mais que o Brasil. EUA tigre de papel Eu sempre digo e volto a dizer, o governo americano não é esse bicho-papão todo que eles acham que são.Não passam de um império decadente como tantos outros na história que já se arruinaram como o Britânico e o Romano.Nós temos que combater mesmo seus asseclas como os políticos, a grande burguesia liberal, sua imprensa cretina e os militares inúteis.Tenho sempre dito.
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