| Polícia, uma instituição racista Por Wilian César 17/02/2013 às 03:52 Um texto sobre a velha mania da polícia brasileira de perseguir cidadãos negros. Desta vez o racismo foi documentado em uma ordem de serviço emitida na PMSP da cidade de Campinas.  Cópia da OS da PMSP com cunho racista Já dizia uma música de protesto composta por Marcelo Yuka: "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro".
A canção faz parte do primeiro Cd do grupo "O Rappa", e foi um dos grandes sucessos que marcaram os anos 90. Yuka foi feliz ao relatar nesta letra a opressão da polícia brasileira sobre os afrodescendentes.
Um dos trechos da música é enfático: "É mole de ver, que em qualquer dura o tempo passa mais lento pro negão. Quem segurava com força a chibata agora usa farda, engatilha a macaca, escolhe sempre o primeiro negro pra passar na revista."
Não é segredo para ninguém que a polícia carrega um longo histórico de preconceito contra os negros, e isso ficou mais evidente na penúltima semana de janeiro, quando uma OS(ordem de serviço) assinada por um comandante da Polícia Militar de Campinas (SP) vazou para a imprensa.
O documento, datado em 21 de dezembro de 2012, determina que a viatura responsável pelo patrulhamento de um dos bairros mais nobres da cidade, aborde "especialmente indivíduos de cor parda e negra". A ordem partiu do capitão Ubiratan de Carvalho Góes Benneducci.
Depois que a OS foi parar na mídia e repercutiu mal, a polícia negou o cunho racista e disse que aquelas seriam as características de indivíduos que praticam vários furtos e roubos na região, segundo uma carta enviada por moradores.
É lógico que a polícia não iria assumir publicamente que vê o negro com outros olhos, mas esse comportamento racista da instituição já é bem conhecido,se repete no país inteiro.
Para o major negro da PM paulista, Airton Edno Ribeiro, o racismo é uma das marcas da corporação. Em sua tese de mestrado intitulada (?A Relação da Polícia Militar Paulista com a Comunidade Negra e o Respeito à Dignidade Humana: a Questão da Abordagem Policial?), há uma pesquisa realizada com 50 cabos e soldados, onde esses militares relataram que "antes de entrarem na PM, achavam que havia preconceito contra negros. Depois de ingressarem não achavam mais: tinham certeza."
Não por acaso, os negros lideram as estatísticas de mortos nos chamados "autos de resistência", onde o indivíduo morre supostamente em confronto com a equipe policial. É importante lembrar que por diversas vezes esses confrontos não aconteceram, foram forjados.
O racismo policial é pior do que os demais, porque esse acontece com o aval do Estado. O problema é que assim como no caso do garoto discriminado na concessionária da BMW, o governo também prefere tratá-lo como "mal entendido".
Email:: asociedadeemfoco@gmail.com URL:: http://asociedadeemfoco.blogspot.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria O texto e a falsa indignação acima , só comprovam o quanto estes pseudo defensores do socialmente correto , mentem e deturpam de forma costumaz para atender aos seus interesses politicos e pessoais . O comunicado acima se refere a seguidos e constantes roubos e sequestros relampago realizados por individuos pretos e pardos em uma determinada região de Campinas ( o nome das ruas apareçe no comunicado ) . Ora , fossem os bandidos japoneses ou albinso , o comunicado iria se referir a eles com o que são . Distorcer de forma proposital o conetudo do comunicado e acrescentar ao mesmo um viés racista é vergonhoso , é de uma falta de ética unica , mas é bem no estilão destes vagabunos e mentirosos fardados de paladinos da justiça social .  | Vergonhoso é o fato da pessoa estar diante da prova do crime e mesmo assim insistir em tratar o fato como um mal-entendido, coisa natural ou erro de interpretação. A ordem de serviço da Polícia Militar anexada ao texto acima é claramente racista.
O comandante tem a obrigação de fazer uma ordem menos generalizada e mais detalhada. Ele poderia muito bem solicitar maiores informações sobre os suspeitos e colocar isso na OS:(Tamanho aproximado,porte físico, estilo de cabelo, cicatrizes, tatuagens, estilo de roupa etc).
Mesmo se os suspeitos fossem japoneses ou albinos, também seria racismo se a ordem estivesse generalizada como está, sem o acompanhamento de maiores características.
O fato do nome da rua aparecer no documento não muda nada, nem sei porque você citou isso. E mais, se os roubos e sequestros estão acontecendo por lá, por que é que as vítimas não chamam a polícia logo após o crime?
Acho que os riquinhos da região estão incomodados é com a presença de jovens negros e pardos no bairro, devem ser outros racistas também.
Tá para nascer o dia em que criminosos que assaltam e fazem sequestros relâmpagos vão ficar andando em gruposs na mesma região em que aprontaram no dia anterior.
Se tem algum vagabundo e mentiroso aqui, esse deve ser o senhor, que se identifica como "Alagado"
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