A discussão proposta aqui -  http://passapalavra.info/?p=72438 e republicado em  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2013/02/516477.shtml - acerca da utilização das redes sociais para o mapeamento da atividade política me recordou discussões muito presentes na época em que atuava no Centro de Mídia Independente e as redes sociais ainda não tinham sua atual abrangência. Deixo claro que não pretendo negar o mapeamento e a repressão voluntária permitida por estas novas redes, mas sim acrescentar novos elementos acerca da discussão sobre a segurança e a mobilização nas redes sociais.

Grande parte desta criação da chamada web 2.0 surgiu da experiência das lutas sociais protagonizadas pelos movimentos altermundistas. Nomeadamente o twiter foi criado por um ex-voluntário do CMI com o intuito de permitir relatos curtos e facilmente compartilháveis sobre manifestações; quando a imprensa internacional "descobriu a utilização inovadora" desta ferramenta no Egito, ele teria declarado "mas é obvio que funciona para manifestações, foi para isto que o criei".

Contudo, a aproximação, voluntária, destes militantes com o mundo empresarial levou ao desenvolvimento de uma tecnologia de controle impressionante. Será que isto invalida a sua utilização por esquerdistas ou para a mobilização social?

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