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Num discurso em que exaltou o Super-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e fez críticas aos programas sociais existentes antes do início do governo do PT em 2003, Dilma disse que essas correntes não entendem o país e seu modelo de desenvolvimento que, segundo ela, se diferencia do que acontece atualmente em várias partes do mundo. "É diferente do que está sendo praticado no mundo, com perdas de direitos e o surgimento de pessoas em situação de extrema precariedade em países que eram antes, até então, líderes na questão do bem-estar social", disse a presidente, reiterando indiretamente críticas que já fez no passado aos modelos de combate à crise econômica, especialmente na Europa, focados na adoção de medidas rígidas de austeridade. Um dia antes de participar em São Paulo de um evento para comemorar os 10 anos do PT no governo federal, Dilma classificou de "precários" os programas sociais existentes antes da chegada de Lula à Presidência em 2003 e disse que, somente com o início do governo petista, a questão social tornou-se central no Brasil. A Presidenta anunciou a ampliação do programa Brasil Sem Miséria em 800 milhões de reais este ano para tirar da pobreza extrema mais de 2,5 milhões de pessoas, zerando assim o cadastro oficial de miseráveis do país. Dilma reconheceu, no entanto, que com a retirada de todos os cadastrados da situação de pobreza extrema, ainda há trabalho a ser feito e fez um apelo para que os municípios colaborem na busca ativa de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema que estão fora do cadastro. "Agora que acabamos com a miséria visível, temos que ir atrás da miséria invisível", disse Dilma. "Vamos entrar na história como um dos países que, de forma determinada e acelerada, eliminou de seu território a pobreza extrema, a miséria."
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Super presidente? Hahahaha. Isso só pode ser piada. Acho que estão todos cansados de notícias pagas e plantadas pró-governo. Fim da miséria? Só esqueceram de avisar os 70 milhões de pessoas vivendo na miséria e os 14 milhões que não tem nada para comer no nosso país. As favelas, como as do Rio de Janeiro, desapareceram? Não existem mais? Pelegos pagos pelo partido para divulgar atos do governo não se informam sobre isso. A miséria foi zerada sim. O que é lamentável é você que pertence às corrente conservadoras a que a Presidenta se referiu em seu discurso. Este governo corrupto que o senhor defende pode enganar a muitos, mas não a todos. Não me iludo com essa corja que está no poder, sei do que são capazes. O senhor não passa de um pelego pago pelo governo para defendê-lo, seu compromisso é com seus patrões. Eu, como não trabalho para partido, não preciso me rebaixar a isso que o senhor está fazendo. Só não sei de onde tirou que não existe mais pobreza no Brasil. É mentira. Desde as suas origens, nosso país apresentou intoleráveis índices de miséria e de desigualdades sociais. Não é possível deixar de reconhecer a importância de um governo dar prioridade à causa da erradicação da miséria e da fome em uma país como o nosso, como foi feito nas administrações de Lula e se faz na atual administração de Dilma. Em 1927, o então presidente dos Estados Unidos, Calvin Coolidge, declarou que os EUA seriam o primeiro país da História a acabar com a miséria. Dois anos depois, estourou a crise de 1929 que jogou milhões na miséria e mergulhou o mundo numa de suas piores crises econômicas. Cuidado com políticos demagogos: na mesma hora em que Dilma anunciava esse suposto feito, moradores de rua reviravam os latões a menos de 700 metros do Palácio do Planalto procurando comida. Esse pessoal revirando lixo devem ser figurantes colocados ali para a Mídia Conservadora fazer fotos e dizer "olha só, a 700m do Planalto gente procura comida no lixo enquanto a Presidenta anuncia o fim da miséria".
A verdade é que não dá para duvidar da Palavra de uma Presidenta da República. Se zeramos a miséria, então zeramos. Esta é a informação oficial de um Governo Popular que está completando 10 anos com aprovação recorde. O resto é mentira de uma oposição raivosa. É só andar mesmo nas proximidades da rodoviária e do Shopping Continental, que ficam praticamente na rua dos Ministérios e você vai encontrar sim pedintes nos estacionamentos, pessoas marginalizadas. O que é muito triste, pois você vê o menino de rua que te dá medo de ser assaltado de um lado e olha pros Ministérios de outro. Se for mais longe então...
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