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Conhecendo a perspicácia e a inteligência do autor, decidi dialogar com tal artigo, para demonstrar que o desafio, que está em pleno curso, será realizado, como obra do governo e da sociedade brasileira. Almir enuncia que "nada tão simples de prometer, e tão difícil de realizar, quanto a erradicação da miséria". Verdade. Mas os resultados alcançados nos governos Lula e Dilma mostram que impossível não é. Senão, vejamos. Em 2011, estavam no Cadastro Único 36 milhões de pessoas que estariam na extrema pobreza, caso sobrevivessem apenas com sua renda familiar. Graças ao Bolsa Família, escaparam dessa condição. Mas 19 milhões continuavam na extrema pobreza, mesmo recebendo o benefício. O lançamento da primeira fase do Brasil Carinhoso, que beneficia famílias com crianças de até 6 anos, permitiu a retirada de 9,1 milhões de pessoas da miséria. Na segunda fase, que alcança crianças e adolescentes de 7 a 15 anos, mais 7,3 milhões de pessoas superaram a linha dos R$ 70 de renda per capita mensal. No Brasil, em razão da existência de um sistema previdenciário e assistencial que já reduz fortemente a pobreza dos idosos, segundo os dados do IBGE, a miséria estava fortemente concentrada entre crianças e adolescentes. O Brasil Carinhoso está buscando exatamente atingir diretamente essas pessoas. Por isso, em 2011, foi aplicado um reajuste de 45% nos valores repassados para crianças e adolescentes e 1,3 milhão de benefícios foram concedidos com a alteração do limite de três para cinco filhos. Em 2012, 372 mil benefícios passaram a ser recebidos por gestantes e nutrizes. E o aumento do benefício médio do Bolsa Família resultou em R$ 145 mensais. A Busca Ativa, estratégia desenvolvida para buscar os mais ocultos entre os pobres e miseráveis, permitiu a inclusão de 791 mil novas famílias do Cadastro, superando a própria meta do MDS. O orçamento do Bolsa Família para 2013 é superior a R$ 23 bilhões, crescimento de 60% sobre 2010. Em 2003, o conjunto dos benefícios sociais que foram unificados pelo presidente Lula estava orçado em R$ 570 milhões, valor irrisório em termos de impacto socioeconômico. Mas a estratégia não para por aí. O objetivo é emancipar as pessoas que recebem a transferência de renda. Por isso, o Pronatec tem a disponibilidade de 1 milhão de matrículas para integrantes do Cadastro Único, até 2014. Até dezembro de 2014, 267 mil pessoas já estavam inscritas, sendo 65,8% mulheres. Além disso, a Inclusão Rural produtiva tem um leque de ações para combater a pobreza rural. Não por acaso, o coeficiente de Gini caiu de 0,553 para 0,5 em 10 anos. Nesse período, a renda dos 20% mais ricos cresceu 0,7% ao ano. A dos 20% mais pobres, cresceu 5,1% a cada 12 meses. Claro que o crescimento do emprego em geral ? e do emprego formal, em especial ? contribuiu para esses dados, tanto ou mais que as políticas de desenvolvimento social por transferência de renda. Mas os governos Lula e Dilma sempre defenderam a convergência desses vetores, o crescimento do mercado de trabalho e as políticas de apoio aos tão necessitados que não podem acessar o mercado de trabalho. Dar o peixe, ensinar a pescar ? mas também agregar valor ao pescado, atualizando a velha expressão. Segundo levantamento da consultoria internacional Boston Consulting Group, o Brasil foi o país que melhor aproveitou o crescimento econômico alcançado nos últimos cinco anos para aumentar o padrão de vida e o bem-estar da população, entre 150 países, segundo 51 indicadores coletados em diversas fontes, como Banco Mundial, OCDE e FMI. Claro que ao observamos cenas cotidianas nas cidades ou no campo, podemos ter a impressão de que nada ou pouco mudou. Mas não é o que dizem os principais estudos de instituições nacionais e internacionais a respeito dessa formidável mudança que começou em 2003. Certamente, o ex-ministro Pazzianotto poderá refletir sobre esses dados e argumentos aqui citados. Extirpar a miséria, quando aumenta a consciência popular, não é tão fácil de prometer. Quando o povo experimenta uma real e eficaz política, como a implementada pelo MDS, percebe que é possível, sim. E que o caminho está aberto para alcançarmos, no tempo viável, essa meta tão fundamental para termos uma nação respeitável. Um Brasil sem miséria
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Não sabia que o CMI estava patrocinando campanha eleitoral-partidária. Que absurdo. E isso não tem nada a ver com liberdade de expressão. Esse sujeito é pago para defender o governo. Sou a favor da liberdade de expressão, não de propaganda partidária. Um país com uma política econômica excludente e uma alta concentração de renda nunca vai erradicar a miséria. Não se combate uma doença sem matar os micróbios. Propaganda partidária deveria ser proibido aqui, pois não é objeto do CMI tal procedimento. Ao comentarista aí de cima: não adianta apresentar argumentos coerentes, pois estes mercenários pagos para falar bem do governo só acredita na mentira que eles contam ao povo. Mas nem todos acreditam nesse governo corrupto que comenda nosso país Não entendo que ficar repetindo as mesmas coisa queira dizer algo? Sei que o governo é apenas social-democrata e é até onde pode ir. Mas por favor responda: Porque a política economica atual é excludente? Excludente de quem?  | O Brasil quer instituir, com esses programas miseráveis, uma política de preguicoços e inaptos. Comem e bebem sem trabalhar. JESUS, até ele, disse a Pedro " lança as redes nas águas ". Jesus poderia , por ser filho do pai/DEUS, ter ordenado aos peixes que entrassem no barco. mas preferiu dar a vara /ensinar, em vez de " dar de mão beijada ". Não acredito, nem de longe , nem de perto, que esses programas ASSISTENCIALISTAS, no Brasil, tais como : fornecimento de cestas básicas, bolsas família, bolsa gás e outros tipos de benesses, sem contra - partida do povo , possa perdurar por muito tempo. Não há dúvida ( sou apátrida ), que a intenção de DILMA é semelhante a do eleito presidente do Equador . 90% da riqueza do brasil tá nas maos de 10% da população ( e até muito menos). 10% da riqueza é repartida entre 90% da população. E ainda querem falar de IGUALDADE SOCIAL num país desigual deste ? Tudo isto é conversa pra boi dormir e anotem : se a CRISE dos estados unidos /europa chegar ao Brasil esses programas sociais ( compra de votos ) são os primeiros a serem eliminados. O governo deveria incentivar a criação de industria, fazer - de fato e de direito - a reforma agraria, com a finalidade de dizer : come e bebe quem trabalhar. Criar benefícios para milhoes de pessoas, QUE PODERIAM TRABALHAR, colocando o peso /economico no lombo de outros ( com criação de impostos e outras sacanagens ) e ultrapassar os limites da razoabilidade, e ninguém é bobo o suficiente para ( não ) perceber que DILMA tá só incrementando a política feita por LULA, pois sem ela eles não teriam sido eleitos. o brasil é um país de preguicoços ( nos todos ) e a DILMA ( e outros ) sabem que o povo " morre pela boca feito peixe ". Voto não se conquista, VOTO SE COMPRA. E a melhor, repito, forma de comprar voto de pobre é dando esmola , como vem fazendo o governo. ISTO É UMA VERGONHA. E tem muita grente boa, competente, que concorda comigo. Vejam; https://www.google.com/#rlz=1C2NNVC_enBR493BR524&hl=pt&site=&source=hp&q=programas+de+dilma+s%C3%A3o+assistencialistas+&oq=programas+de+dilma+s%C3%A3o+assistencialistas+&gs_l=hp.3...1593.8631.0.9062.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0...0.0...1c.1.4.hp.gstMFTfUg3k&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.&bvm=bv.42661473,d.eWU&fp=cdb13d11d8ac646&biw=1024&bih=629 julio cavalcante fortes acre  | ONDE SE LÊ: PREGUICOÇOS - LEIA-SE - PREGUICOSOS.
E ( APÁTRIDA - LEIA-SE - APOLÍTICO).
julio c. fortes acre Esse senhor júlio c. fortes deveria retirar o fortes do nome e se chamar fracos. Os fortes não temem os mais fracos, os combalidos, os necessitados. Os fortes estendem a mão e dão exemplo de luta. A nobreza dos fortes quando oprimidos e explorados é a rebeldia.
Porque prestar atenção ao pouco que podem receber os desfortunados para que possam se reerguer, até mesmo se alimentar? Pois a fome ninguém merece.
Preste atenção naqueles que nenhum trabalho justifica a fortuna. Se você é de fato trabalhador, como diz ser, deve ter percebido que trabalhou demais pelo pouco que tem, ainda que tenha um padrão de consumo elevado. Preste atenção pelas ruas e veja que está por baixo, junto com muitos.
A distribuição de renda só é boa na Suiça? Tenha a santa paciência. Enquanto você reclama muita gente que nada tinha hoje ri. Eu que mais é que você se foda!!!  | Um papagaio do diabo afirmou: ''O Brasil quer instituir, com esses programas miseráveis, uma política de preguicoços e inaptos. Comem e bebem sem trabalhar.'' Se os preguiçosos ficassem pobres no Brasil, os latifundiários e os patrões da indústria, bem como os senhores da guerra imperial, já teriam morrido de miséria há tempo. Contudo, estes maiores preguiçosos do mundo são os que mais recursos acumularam. E continuam pagando menos impostos que os pobres tabalhadores> http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2013/02/516673.shtml Por outro lado, já que os porta-vozes desses preguiçosos assassinos e ladrões sempre dizem que o autodenominado 'primeiro mundo' é um modelo a ser seguido, deveriam deixar de ser cínicos e repetir no Brasil os volumes de granas repassadas aos desempregados e outros pobres, como se vem fazendo há 60 anos na Alemanha. A oligarquia vive viajando ao exterior e volta para contar mentiras! Para isso que servem seus meios de comunicação dados pela ditadura pró-ianque. Parasitas vende-pátrias! Porque não começam finalmente a tabalhar ao invés de ficar atrapalhando e parasitando o povo?!
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