| BNDES: Um " barreiro " /lamaçal para os apátridas Por julio c. fortes ( e outro ) 22/02/2013 às 09:43 Destinado a implementar projetos/financiamentos para pequenas e médias empresas, nacionais, o BNDES transformou-se, de acordo com as provas abaixo, num " barreiro - termo da roça " para grandes empresas mal intencionadas. É uma verdadeira farra com o dinheiro público, muitas das vezes liberado a fundo perdido ( sem retorno ou garantia ). Como é de conhecimento público, o BNDES, banco brasileiro, foi criado com a finalidade de possibilitar - grosso modo - a liberação de emprestimos para pequenas e médias empresas. Só que dados apontam que o BNDES, por questões políticas, saiu do trilho e tem seu público integrado por grandes empresas. Até aí tudo bem. De acordo com as matérias abaixo, todas com seus autores identificados, o que se vê no passado e presente é uma enxurrada de emprestimos para empresas/grupos inidoneos, o que tem colocado em " xeque " a administração do tal BNDES. Financiamentos , em milhoes de dolares, estão sendo concedidos sem o menor critério. Resultado: oa larapios, até politicos, aproveitam essa boa maré e tomam dinheiro - a rodo - sem qualquer garantia. É de dar " nojo e arrepio" as informações / provas apresentadas pelos autores abaixo. Leiam e vejam em que se transformou o tal BNDES, uma espécie de caixa preta, destinada a bancar os que pretendem fazer farra com o dinheiro público. julio c. fortes acre .................................................... https://www.google.com.br/#hl=pt&q=fraude+no+bndes++&oq=fraude+no+bndes++&gs_l=serp.3...3997.11757.0.12395.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0...0.0...1c.1.4.serp.523O3lkIYCg&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.&fp=a41adb6ab32aaa35&biw=1024&bih=557
Email:: advjuliofortes2010@hotmail.com >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria O BNDES foi a cria mais gorda do nacional-estatismo, ideologia que dominou o Brasil a partir da revolução de 1930, a qual pregava o dirigismo estatal como forma de induzir o desenvolvimento econômico que o setor privado parecia incapaz de gerar. Foi lançado por Vargas, continuado por JK e levado ao auge pelos militares até o seu esgotamento nos anos 80, quando causou a quebra do país. FHC descontinuou-o para recuperar a economia, e Lula o trouxe de volta, mas tendo o cuidado de não incrementá-lo a ponto de colocar em risco a estabilidade da moeda, única verdadeira fonte de seu prestígio junto ao povão que agora pode comprar uma geladeira pagando em 15 vezes.
O nacional-estatismo podia fazer um certo sentido na época em que foi lançado, embora nunca tenha deixado de ser alvo de controvérsia - por exemplo, havia uma vertente "nacionalista", que repudiava o capital estrangeiro e procurava criar monopólios e empresas estatais, e outra vertente "entreguista" que procurava atrair empresas multinacionais. Getúlio Vargas e Geisel foram destaques da vertente nacionalista enquanto JK e Castelo Branco destacaram-se como entreguistas. O fato é que nesses tempos de globalização, o nacional-estatismo não faz mais sentido algum. Mas o problema é que ele toca fundo na alma do povão, que se acostumou a ver no Estado um papel paternal e provedor - para o povão, o patrão é o Dragão da Maldade enquanto o Estado é o Santo Guerreiro.
Poucos percebem que esse Santo Guerreiro é do pau oco. Por detrás do discurso nacionalista e desenvolvimentista, o que existe de fato é um séquito de empresários amigos do rei que passam a vida a mamar a grana que jorra dos BNDES da vida. Você já viu o BNDES emprestar dinheiro para o camelô montar sua barraca? Para o pai de família mandar seu filho para a faculdade? E olha que já foi pior, pois no passado, a fim de garantir que os escassos recursos existentes ficassem nas mãos dos BNDES, o governo emitia moeda e pagava juros altíssimos aos bancos privados, tornando inviável qualquer empréstimo ou financiamento para o povão. Agora está melhor. Mas só vai ficar bom no dia em que o Estado tirar o seu traseiro gordo de cima da economia.
 | O BNDES é um dos principais motores de desenvolvimento do país. O BNDES financia e ajuda a financiar:
Projetos do PAC; Projetos de infraestrutura; Projetos de ampliação nacional e internacional da Petrobras; Projetos de ampliação nacional e internacional da Vale; Projetos de empreendedores campeões como Eike Batista; Geração de emprego em grandes empresas campeãs nacionais como EMBRAER; Geração de emprego em grandes empresas campeãs multinacionais como GM; Projetos para a Copa do Mundo FIFA de 2014; E muito mais.
Com o BNDES o Brasil fica muito mais forte e mais desenvolvido, pois a iniciativa privada não poderia ou não quereria investir tanto onde o BNDES o faz.
| | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais,
desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.
| |