O que temos visto nesses dias é uma insuportável bajulação a Yoaní Sánchez por parte dos poodles da imprensa e por tradicionais fascistas da política brasileira, como Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro...sem falar nas ridículas declarações do senador Suplicy, alegremente confraternizando com trogloditas de direita. Mas afinal de contas, porque tanta agitação em torno da Yoaní?

Se pode dizer que a direita escolheu muito mal sua figura de fetiche. Yoaní só escreve sobre idiotices no seu blog, ao nível de futilidade do bom e velho Diogo Mainardi. Ela trata de temas banais. Um dia disse que no Malecón não há guarda-sóis, outra dia disse que não há bananas em Cuba. Ora, havia passado três ciclones, como haveria bananas nas lavouras? O governo popular socialista e revolucionário está focado em trabalhar por uma sociedade melhor, com os poucos recursos que tem, e aí vem essa tonta com palhaçadas e com isso, ganha prêmios internacionais, com milhares de euros.

Ainda na sua estrepitosa passagem no Brasil, Yoaní afirmou que é um ''espírito livre'' e que vê desde a Plaza de la Revolución de Havana ''o longo braço que move seus detratores''. Ora, pelo amor de qualquer coisa...uma senhora que fala todo tipo de asnaradas e se defende da maneira mais piegas possível, e que ainda é claramente da mesma estirpe dos ''gusanos'' arrogantes que infestam Miami. O que pode haver de revolucionário e livre no espírito dela?

Está sendo tratada como revolucionária e humanista uma legítima representante dos reacionários de sempre, só que com um discursinho piegas que serve para entreter idiotas de classe média. Seria como se Danuza Leão fosse elevada a condição de ativista de direitos humanos.

Podem seguir bajulando essa senhora que defende a volta de Cuba para os anos 50, quando o povo vivia na miséria para sustentar o luxo dos turistas depravados da Gringolândia e dos decadentes aristocratas de chapéu-panamá. Eu sigo defendendo o país que mantém viva a chama da Revolução apesar dos impiedosos ataques do Capitalismo Ianque.