| Fascismo x Neoliberalismo Por Fábio de Oliveira Ribeiro 23/02/2013 às 12:10 Para rir e muito de muitos intelectos adoecidos de uma maneira ou de outra.  O fascismo é a negação da liberdade de consciência, de expressão e de culto. Não foi a toa que este regime totalitário nasceu justamente na Itália e conviveu pacificamente com o catolicismo e a Igreja romana.
O neoliberalismo prega um outro tipo de autoritarismo: a concentração de poder político nas mãos dos milionários, negando ao Estado o poder de regular a economia e as relações de trabalho em benefício da maioria pobre da população.
Os neoliberais também são intolerantes. Desde de que este movimento dominou o cenário nos EUA várias guerras foram movidas para dar aos neoliberais (os milionários) o acesso às fontes de matérias primas muito desejadas: petróleo, ouro, diamantes, etc...
Dos dois, o neoliberalismo é sem dúvida o pior regime. Afinal, como provam as inúmeras matérias jornalísticas e pseudo-jornalísticas escritas diariamente, os neoliberais ainda tem defensores entre os idiotas e os escribas venais. O fascismo à moda antiga deixou de existir, mas vem sendo pacientemente reconstruído pelos religiosos norte-americanos como uma alternativa (não para revolucionar a sociedade nos EUA, mas para conservar tudo como está de uma maneira ainda mais autoritária).
Religião politizada e poder econômico instituído são incompatíveis com a verdadeira democracia, regime em que a maioria (os mais pobres) manda e impõe limites aos abusos da minoria (milionários) e seus capachos nos jornais e nos quartéis.
PS: A foto que ilustra esta matéria foi tirada durante a reunião de cúpula do PSDB em que FHC, Aécio Neves e José Serra combinaram conspirar contra a democracia brasileira.
Email:: sithan@ig.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria O post acima teve o mérito de reconhecer que fascismo e liberalismo não são a mesma coisa. No senso comum atual, o termo fascista é um mero xingamento, e como os liberais (ou neoliberais) são "do mal", então eles são fascistas. Pronto.
Historicamente, não é nada disso. O fascismo prevê o controle da economia pelo Estado, e a tutela do Estado sobre as relações entre o capital e o trabalho. O liberalismo prevê um papel normativo para o Estado, e a livre negociação como solução de questões trabalhistas.
Afirmar que o fascismo "é a negação da liberdade de consciência, de expressão e de culto" é redundância. Todo regime totalitário faz isso, inclusive o comunismo. Dizer que o liberalismo prega a concentração de poder político nas mãos dos milionários não é bem verdade. O liberalismo prega que o Estado não deve interferir na economia, e deixar as pessoas livres para prosperar e eventualmente se tornar milionárias. Dessa forma, o liberalismo fomenta a desigualdade, mas também o progresso, pois como o lucro circula na economia, não é possível enriquecer a si mesmo sem enriquecer também aos outros. O liberalismo repudia o Estado por ver nele um poder discricionário, ao passo que o Mercado, conquanto pareça caótico e voraz, é a representação do Desejo Coletivo das massas.
Dizer que os liberais promovem guerras a fim de obter matérias-primas é ser anacrônico. Essa disputa existia no tempo dos impérios, até o princípio do século 20. No atual mundo globalizado, as matérias-primas estão no mercado, acessíveis a quem puder pagar por elas.  | (...)Dizer que os liberais promovem guerras a fim de obter matérias-primas é ser anacrônico. (...) No atual mundo globalizado, as matérias-primas estão no mercado, acessíveis a quem puder pagar por elas.
iMundinho? Tu é meio Pollyanna assim mesmo ou é só hipocrisia da tua parte? Eu apenas vejo o mundo atual ao invés de repetir textos do século 19.
Fazer guerras por matérias-primas era coisa de um mundo dividido em impérios mutuamente hostis, com muitos países fechados ao comércio externo. Esse mundo deixou de existir.
Por acaso o Iraque ou a Líbia estavam planejando fazer um embargo de petróleo? E o Afeganistão, que nem recursos naturais possui? Se você quiser interpretar a guerra dos norte-americanos nesses países como cobiça de suas matérias-primas, OK, mas acho essa suposição meio fraquinha. ... Discutir com ele (osasquense) é perder tempo...  A gente já se divertiu bastante contigo. Valeu!
: *  | Marx viveu no século XIX mas viu coisas que o Mundim vai morrer sem nem suspeitar que existem. O Mundim recorreu mais uma vez, prá variar, a uma falácia. Vejamos: "Apelo à Novidade O apelo à novidade (da expressão latina: argumentum ad novitatem) é uma falácia em que alguém prematuramente afirma que uma ideia ou proposta é correta ou superior, unicamente porque ela é nova. Apelar à novidade é seguir tendências e acreditar nelas apenas por serem novas. Essa falácia pode assumir duas formas: superestimar o novo sem antes promover uma investigação a respeito disso, supondo que, de qualquer maneira, seja superior, ou subestimar o status quo, prevendo que seja pior somente por ser antigo. A investigação pode comprovar se o novo é melhor ou pior, mas aceitá-lo sem ela caracteriza essa falácia. Estrutura lógica A é novo B é antigo Logo, A deve ser superior a B Exemplos A única forma de emagrecer, é seguir a dieta mais recente. Esse partido político é novo, logo, seus representantes não são corruptos e nos representarão melhor. O sistema que tenho em meu computador acabou de ser lançado, logo ele é mais seguro. Na filosofia, Sócrates já está ultrapassado. É melhor Sartre, pois é mais recente. Essa música é antiga, agora todo mundo só ouve esta, logo, ela é melhor." http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_novitatem Marx é antigo, logo está ultrapassado. Pedro mundim é 'novo', logo é o próprio cross.  | O desejo é uma armadilha... Deleuze 28/05/2011 17:30
No post do Mundim, ele traça um tipo de desejo, a priori, livre, proveniente das massas, tal como se fosse uma espécie de "verdade" preexistente. Porém, ele, ao fazer isso, concebe os desejos individuais sobre os seus objetos de consumo de forma descolada dos altos investimentos tanto em propaganda, quanto em lobby, quanto na própria guerra para que as pessoas se mantenham percebendo como necessidade certos desejos relacionados com o consumo (o sonho de consumo).
Assim a obsolecência não é só planejada, porém percebida pelos desejos e necessidades forjadas pelos controladores dos mercados...
Notem que isso não tem nada haver com conspiração, mas tem haver com um modus operandi do mercado mesmo, competição e guerra para a abertura e ampliação de mercados.
O desejo nesse sentido é parte de uma trampa subjetiva que dá impressão de autonomia individual, mas ao final das contas o que realmente termina por vigorar é a vontade de lucro e de poder por parte dos burgueses.
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