ela Coordenação de Jornalismo.
AMEAÇA, ABUSO DE AUTORIDADE E ASSÉDIO MORAL
No dia 19 de Fevereiro o Coordenador Juarez abordou a estudante Palloma Biasi, que faz parte do Diretório Acadêmico de Comunicação (DACOM), para uma reunião particular em sua sala fechada. O motivo inicial da conversa foi comunicar que ele iria ?aceitar? o aumento do número de votos de estudantes na reunião de colegiado (de 3 pra 4) e o limite de 10 estudantes na reunião. Uma vitória para os estudantes, que no último Colegiado (dia 5 de fevereiro) foram barrados de participar com direito a voz da reunião. Depois disso o Coordenador começou a fazer uma série de ameaças e insultos para esses alunos opositores que chegou a chamar de ?animais?. Disse que a sua saída da coordenação não vai impedir de atacar certos estudantes de quem não gosta e que depois de sair do cargo é que ?vai tacar pedra de verdade?. Uma das primeiras ações que faria era negar para esses alunos as bolsas do Berra Lobo, projeto aprovado esse ano que pretende trabalhar Comunicação no Campo e Jornalismo Compartilhado. Mesmo a aluna Paloma argumentando que fazendo isso ele exclui alunos competentes para o trabalho, o coordenador continuou firme dizendo que devolveria o dinheiro para o MEC se preciso. Deixou bem claro que não se importava se iria prejudicar a pesquisa na FACOMB nem se ia acabar com a própria imagem. Estaria determinado a impedir que esses estudantes não cursem suas matérias nem da Prof. Rosana Borges e não iria deixar nenhum desses opositores entrarem no Mestrado. Além disso também mostrou um documento e um dossiê onde teriam ações desses alunos (até de ex-alunos) que mostrariam a ?falta de caráter? dos mesmos.
AMEAÇA DE MORTE
Na tarde de 21 de fevereiro (quinta-feira) a mãe do estudante Heitor Vilela recebeu uma ligação do número 3521-1333 de uma voz masculina que se identificou como William e servidor da reitoria da UFG, que por ser pastor e pessoa de bem tinha o dever de informar que seu filho e seus amigos Victor Hugo e Thalys Augusto estavam correndo sério risco de vida. O ?informante? teria ouvido de professores da FACOMB e seus familiares por conta da oposição destes estudantes dariam um tiro na cabeça de Heitor. Também disse que esses estudantes sofriam muitos processos, que haviam impedido de acontecer uma reunião no dia 5 de fevereiro e outros crimes, que não vão fazer mestrado e que estavam perto de serem expulsos. Após a ameaça onde repetiu várias vezes que os estudantes corriam risco de levar um tiro na cabeça, a mãe de Heitor informou abalada o marido que ligou de seu celular para o número que ficou gravado na bina. Quem atendeu foi uma voz masculina afirmando ser da Coordenação de Jornalismo, mas que não tinha nenhum William ali, que era um servidor aposentado e não quis se identificar. Essa série de acontecimentos absurdos não pode passar como se fosse nada. Em uma Faculdade de Comunicação é especialmente absurdo que o exercício da nossa liberdade de expressão resulte em ameaças ao futuro acadêmico de estudantes, assédio moral e mesmo ameaças de morte. O DACOM repudia essas ações e pede a apuração e investigação do que foi relatado.
25 de Fevereiro de 2012
DACOM UFG ? Diretório Acadêmico de Comunicação