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| | [Indymedia] Situação no Kenya Por (((i))) 14/01/2008 às 09:29 Tradução de um e-mail enviado por um colega do Indymedia Kenya. Querid*s colegas indymedi*s, Eu já mandei essa mensagem, mas como era muito grande parou na moderação para aprovação. Para o momento eu dividi a mensagem em três partes, para que vocês possam recebê-las, todas, mais cedo ou mais tarde. Há cinco dias, no dia 27 de Dezembro, eu estive em uma fila por seis horas, - das 5h30AM às 11h30AM, esperando a minha vez para votar nas eleições presidenciais, parlamentares e cívicas no meu pais, Kenya. Quando os votos estavam contados na noite, Raila Odinga, o líder da oposição disparou nas contagens, sendo quase impossível ultrapassá-lo. Por um ponto, ele estava com quase um milhão de votos. Mas de alguma forma, Mwai Kibaki, o atual presidente conseguiu uma vitória muito disputada. Eu posso viver com isso, eu não posso conviver é com o fato de que nos últimos três dias 200 kenyanos perderam suas vidas por causa dos resultados dessa eleição. Quando a tensão ficou muito grande, eu tive que tirar meu irmão de casa porque eu estava em um bairro dominado pelos Kikuyu, a maior tribo do Kenya e também a tribo de origem do presidente Mwai Libaki. Tragicamente, Kikuyus de todas as partes do país estão se revelando um povo bruto e faminto e estão começando a retaliar(?revoltar?). Há apenas um quilômetro de onde estou ficando agora, um grupo de Kikuyus foi até a estação de polícia pedindo por uma caminhões para que eles possam usar para atravessar kikuyus de diferentes partes do país. Entretanto, eles estão começando a exigir que tod*s *s não-kikuyus dessa região comecem a sair. Eu recentemente estive com uma amiga kikuyu da cidade de Eldoret e ela estava muito assustada. Ela é da comunidade, enquanto a maior parte deles são vizinhos da comunidade Kalejin. Devido à não-saída delas, o presidente espera pela comunidade dela. Devido a própria culpa dele, o presidente está muito irritado com a comunidade Kalejin e as outras trinta e oito comunidades. Inclusive os supostos resultados oficiais mostram que só sairam duas províncias de oito. Consequentemente, membros que todas as outras comunidades estão sentindo que o presidente robou nas eleições. Infelizmente, eles estão levando a cabo membros das três comunidades que votaram para o presidente - Kikuyu, Embu e Meru. Está começando um jogo violento de ping-pong em que os membros dessas três comunidades são apenas o estopim. Eu culpo as pessoas que serviram e condenaram essas eleições. Embora eu saiba que a maioria dos perdedores culpem outros por suas perdar, essas particulares fraudes não são meras especulações. Samuel Kivuitu, o presidente da Comissão Eleitoral do Quênia já admitiu que ele anunciou os resultados presidenciais pela pressão vinda do presidente do Partido da Unidade Nacional. Ele também admitiu que houveram irregularidades que resultou em prorrogado atrasos para anunciar os resultados vindo de quarenta oito contituintes. Observadores tanto locais quanto internacionais relataram que enquanto o processo de votos atual estiver em falta, o resultado dos votos estará crivado de falhas. Raila Odinga se recusou a aceitar esses resultados. Milhões de quenianos recusam esse resultado. O comércio foi paralisado em todo o páis e não é o comércio usual. Vidas foram perdidas e a vida não pode continuar assim. Kenya está agora em estado de pânico. Só ontem, quando o resto do mundo estava celebrando o Ano Novo trinta mulheres e crianças foram queimadas vivas em uma igreja quando procuravam refúgio. El*s foram mort*s porque alguém sondou o processo eleitoral e cabe a esse mesmo alguém facilitar ou condenar essa esse processo. El*s morreram porque não houve um mínimo esforço do poder para controlar o incêndio, que agora domina rodovias, ruas e aldeias dessa grande nação. El*s morreram porque uma massa subjetiva de intolerância ocupa o cada político, que é uma enorme decepção. Eu esperei pelas pessoas responsáveis por essas mortes e quaisquer outras mortes que poderiam resultar desta trágica situação. O sangue destes companheiros quenianos é derramado principalmente das mãos dos políticos, cujas pernas têm espezinhados no direitos fundamental de voto de quenianos. Esse sangue inocente também é resultado das mãos daqueles cujos atos de violência resulta numa irreversível morte. Nenhuma injustiça, porém hedionda, justifica o assassinato de inocentes. Como nós aprendemos desde o Genocídio de Rwanda, esse sangue estará também nas mãos de todos aqueles que irão fechar os olhos a este conflito simmering. É por isso que nós não podemos, e não devemos fechar os olhos sobre esta violência e outras situações violentas em todo o mundo. Mas, o que voce e eu podemos fazer para parar essa violência, esse fogo que esta acabando com a vida de varios kenyanos inocentes? 1. *Passe essa informacao adiante*: Mande essa mensagem para os seus locais de encontro e estacoes de radio. Quanto mais pessoas estao informadas, mais possibilidades de mudancas poderao aparecer. 2. *Seja voluntario como web designer para o site do Midia Independente do Kenya (Indymedia):* O site do Indymedia Kenya pode trabalhar com uma expressão rapida e generalizada. Nos precisamos publicar dezenas de historias que nao sao mostradas pela midia tradicional. Nos precisamos publicar fotos, audios e videos. Entao, nos precisamos de voluntarios webdesigners e programadores para trabalhar nisso intensamente por 2 - 3 meses ate que seja formado um time do Indymedia Kenya para design e programacao. Como Indymedia Kenya, nos precisamos agora comunicar para o mundo o que realmente esta acontecendo e um site dinamico tornara isso possivel. Estamos ligação com movimentos nacionais Conhecido como Million Youth Action para chamar pessoas de todo o País, pelas piores áreas do Quênia ocidental e Rift Valley, de forma que, por sua vez, podem partilhar as suas histórias. Dessa forma, as estatísticas deixarão de ser frios números e vão assumir um carácter pessoal, ângulo humano. 3. *Hospedar o site do Midia Independente Kenya:* Em ordem para ativar o download de videos, imagens e audios desse conflito, o site precisa ter espaco suficiente. Nos precisamos desse espaco no site para mostrar para todos o quanto os kenyanos estao precisando de ajuda, pois estao perdendo suas vidas, sendo injusticaos, roubados por um sistema eleitoral violento. Gostaríamos também gostaria de usá-lo para acompanhar /quem/ é instigante e esta condenando esta violência. Ainda mais importante, nós gostaríamos de saber as vítimas desta violência, para que possamos chegar a eles uma forma ou de outra, por nossa própria maneira pequena. 4. *Comunicacao por telefone movel:* A única maneira que a maioria das pessoas ameaçadas podem se comunicar e ser comunicadas, é através de telefones celulares. Gostaríamos de distribuir celulares ao ar tempo para tantas pessoas quanto possível, para que possamos permitir-lhes comunicar sobre o que aconteceu, está acontecendo ou pode estar prestes a acontecer. Como já foi mencionado, vamos fazer um dossier de toda esta comunicação no site e dá-lo a relevantes autoridades. Um dólar irá fornecer quatro minutos do ar tempo. Estes quatro minutos podem fazer a diferença entre a vida ea morte. 5. *Ajudar a mover pessoas de uma zona perigosa:* Essa violencia tem atingido dimensoes etnicas, o que significa que pessoas de certas comunidades agora já não estão seguros em certos locais em que se encontram as minorias. Bens pertencentes a essas pessoas estao sendo saqueados e destruídos. Pior ainda, as suas vidas estão em grave perigo. Muitos deles não conseguem fugir uma vez que muitos meios de transportes públicos suspenderam os seus serviços devido à insegurança nas estradas. Nós queremos deslocar essas pessoas através de todos os meios possíveis. Isso inclui tombamento de caminhões de entrega alimentar, carga trens, vans e qualquer outro veículos que se desloca de um ponto a outro por qualquer razão. 6. * Ajuda alimentar a uma pessoa deslocada: * temos identificado e estão continuando a identificar famílias em Nairobi e outras partes do país que podem temporariamente acolher pessoas realocados. Como este é um movimento com ênfase nas bases soluções, temos a intenção de acolher temporariamente pessoas deslocadas em famílias de acolhimento. Estas famílias apreciarão grandemente os complementos alimentares que podemos dar-lhes. 7. *Missoes diplomaticas:* Contate seu respectivas embaixadas do Quênia e tente saber o que estão fazendo sobre a deterioração da situação no Quênia. Dê-lhes os nossos contatos e encaminhar este documento para eles. Embaixadas podem fazer mais do que emitir declarações para as pessoas "manter a paz", como se eu já não soubesse disso! 8. * Ajude uma criança: * Mais de 75000 quenianos estão agora internamente deslocados. A maioria deles são mulheres e crianças. Eh uma tragédia quando Jovens crianças encontram-se em tal confusão. Não existe nenhuma fórmula perfeita para alcançar tais inocentes. É nossa intenção levar-lhes brinquedos, roupas, chocolates, bebidas, livros e mais coisas que podem alegra-los. Vamos particularmente ter foco em crianças que foram deslocadas ou aqueles cujos pais morreram neste conflito. 9. *Reze: *Para aqueles de vocês, que gostam de acreditar em Deus, sussurrem um oração para que a paz possa prevalecer no Quênia. 10. * Compartilhe suas ideias: * sera de grande ajuda se você compartilhar qualquer concretas idéias que você pode estar tendo. A maioria dos políticos estão apenas dizendo aos quenianos para manter a paz e realmente não tomam qualquer ação concreta para resolver esta situação. Pessoas com potência e soluções podem fazer uma grande diferença. Você pode fazer qualquer das colocações acima referidas para doar qualquer das mencionadas coisas ou o que você pode fazer considerando seu equivalente monetário. Just go with your gut feeling and thanks for your thoughts. Carinho, John
>>Adicione um comentário texto revisado. ===============
Resposta do Quênia pós eleições: o poder do povo e soluções
Informações de Nairobi cinco dias depois das eleições presidenciais, o que podemos fazer para ajudar. Por John Bwakali
Queridos companheiros do indymedia,
Há cinco dias, no dia 27 de Dezembro, eu fiquei numa fila por seis horas, - das 5h30 às 11h30 da manhã, esperando a minha vez para votar nas eleições presidenciais, parlamentares e cívicas do meu pais, o Kenya. Durante a contagem de votos naquela noite, Raila Odinga, o líder da oposição, disparou nas contagens, com uma diferença quase inalcançável. Num certo momento, ganhaa por quase um milhão de votos. Mas de alguma forma, Mwai Kibaki, o atual presidente, conseguiu vencer numa disputa apertada. Eu posso viver com isso. Mas não posso viver com o fato de que nos últimos três dias 200 kenyanos perderam suas vidas por causa dos resultados dessa eleição.
Quando a tensão começou a crescer precisei mudar para a casa do meu irmão porque vivo num bairro dominado pelos Kikuyu, a maior tribo do Quênia e também a tribo de origem do presidente Mwai Libaki. Tragicamente os Kikuyus de todas as partes do país estão sendo culpados pelo povo enfurecido e também começaram a retaliar.
Depois de dois dias num certo tipo de prisão domiciliar, era extremamente importante que eu saísse da casa. Mas quando tentei fazê-lo, não consegui atravessar um bloqueio de mais de 50 pessoas sentadas no acostamento numa atmosfera tensa e agitada. Mas eu tive que continuar pois precisava ligar para uma amiga na cidade de Eldoret. Ela é da comunidade Kikuyu enquanto a maioria de seus vizinhos são da comunidade Kalenjin. Por motivos alheios a sua vontade, o presidente é da mesma comunidade que ela. E por sua própria culpa, o presidente enfureceu a comunidade Kalenjin e outras trinta e oito comunidades. Mesmo os resultados supostamente oficiais das eleições mostram que ele só vencia em duas das oito províncias. Consequentemente, membros de todas as outras comunidades sentem que o presidente os roubou. Infelizmente, estão descontando nos membros inocentes das três comunidades que votaram majoritariamente pelo presidente: Kikuyu, Embu e Meru. Isto está se tornando um ping-pong de violência na medida em que os membros dessas três comunidades também estão começando a atacar.
Eu culpo as pessoas que financiaram e foram condescendentes com a manipulação dessas eleições. Embora eu saiba que a maioria dos perdedores culpa a manipulação por suas perdas, essas acusações de fraude em particular não são meras especulações. Samuel Kivuitu, o presidente da Comissão Eleitoral do Quênia já admitiu ter anunciado os resultados sob pressão vinda do partido da Unidade Nacional, o partido do presidente. Ele também admitiu que houve irregularidades que resultaram em longos atrasos no anúncio dos resultados vindos de quarenta oito dos distritos eleitorais. Observadores locais e internacionais relataram explicitamente que apesar do processo de votação em si ter ocorrido sem falhas, a contagem dos votos foi cheia delas. Raila Odinga se recusou a aceitar esses resultados. Milhões de quenianos recusaram-se a aceitar esses resultados. Os negócios pararam em todo o páis e as coisas não estão normais. Vidas foram perdidas e a vida não pode continuar assim.
O Quênia está agora em estado de pânico. Ainda ontem, quando o resto do mundo estava celebrando o ano novo, trinta mulheres e crianças foram queimadas vivas em uma igreja na qual procuravam abrigo. Elas morreram porque alguém achou certo manipular o processo eleitoral e outro alguém achou certo facilitar ou ser condescendente com essa manipulação. Elas morreram porque não houve um esforço acordado no alto escalão para apagar o fogo que agora consome as estradas, ruas e aldeias dessa grande nação. Elas morreram porque a intolerância subjetiva das massas nasceu de uma massiva decepção política.
Eu considero todas as pessoas mencionadas anteriormente responsáveis por essas mortes e quaisquer outras mortes que possam resultar desta situação trágica. O sangue destes companheiros quenianos suja principalmente as mãos dos políticos, que pisaram nos direitos eleitorais fundamentais dos quenianos. Esse sangue inocente também suja as mãos culpadas daqueles cujos atos de violência resultam em irreversíveis golpes mortais. Nenhuma injustiça, não importa o quão hedionda, justifica o assassinato de inocentes. Como aprendemos com o genocídio de Ruanda, esse sangue estará também nas mãos de todos aqueles que fecharem os olhos para este conflito em ebulição. É por isso que não podemos e não devemos fechar os olhos para esta violência e outras situações violentas em todo o mundo.
Mas, o que você e eu podemos fazer para parar esse fogo de violência e ódio que esta acabando com a vida de varios quenianos inocentes?
1. * Passe essa informacao adiante: Mande essa mensagem para os seus locais de encontro e estações de rádio. Quanto mais pessoas estão informadas, mais possibilidades de mudança aparecem.
2. * Seja voluntário como web designer para o site do Midia Independente do Quênia (Indymedia): * O site do Indymedia Kenya pode servir como instrurmento de expressão rápida e informação precisa. Precisamos publicar dezenas de historias de primeira mão que não são veiculadas pela midia tradicional. Também precisamos publicar fotos, audios e videos. Por isso, precisamos de webdesigners e programadores voluntários que possam trabalhar nisso intensamente por um período de 2 - 3 meses até que um time do Indymedia Quênia consiga desenvolver capacidade de design e programação. Como Indymedia Quênia, nos precisamos agora comunicar para o mundo o que realmente está acontecendo e um website dinâmico tornara isso possivel. Estamos trabalhando junto com um movimento nacional conhecido como Million Youth Action para entrar em contato com pessoas de todo o país, principalmente nas áreas mais afetadas do oeste do Quênia e Rift Valley, de forma que, por sua vez, possam partilhar as suas histórias. Dessa forma, as estatísticas deixarão de ser números frios e terãp um carácter mais pessoal e humano.
3. * Hospedar o site do Midia Independente Kenya: * Para possbilitar o download de videos, imagens e audios desse conflito, o site precisa ter espaço suficiente. Nós gostaríamos de usar este espaço no site para acompanhar todos os quenianos que estão perdendo suas vidas, sendo feridos, roubados e desalojados nesta violência pós-eleitoral violento. Gostaríamos também de acompanhar aqueles que estão instigando, cometendo e condescendendo com esta violência. Ainda mais importante, nós gostaríamos de saber quem são as vítimas desta violência, para que possamos chegar a elas uma forma ou de outra, como pudermos.
4. * Comunicação por telefone móvel: * A única maneira que as pessoas mais ameaçadas têm para se comunicar é através de telefones celulares. Gostaríamos de distribuir créditos de celular para tantas pessoas quanto possível, de forma que possam comunicar sobre o que aconteceu, o que está acontecendo e o que está por acontecer. Como já foi mencionado, vamos arquivar toda essa comunicação no website e fazê-las chegar às autoridades competentes. Um dólar paga quatro minutos de chamada. Esses quatro minutos podem ser a diferença entre a vida e a morte.
5. * Ajudar a tirar pessoas de zonas perigosas: * Essa violência atingiu dimensões etnicas, o que significa que pessoas de certas comunidades agora já não estão seguras em certos locais onde são minorias. Os bens dessas pessoas estão sendo saqueados e destruídos. Pior ainda, as suas vidas estão em grave perigo. Muitas delas não conseguem fugir já que os meios públicos de transportes foram suspensos por causa da crescente insegurança nas estradas. Nós queremos deslocar essas pessoas usando todos os meios possíveis. Isso inclui caminhões de entrega de alimentos, trens de carga, vans de entrega e quaisquer outros veículos que possam se deslocar de um ponto a outro por qualquer razão.
6. * Ajuda para alimentar pessoas desalojadas: * Estamos identificando e continuamos a identificar famílias em Nairobi e outras partes do país que podem temporariamente acolher pessoas desalojadas. Como este é um movimento com ênfase nas soluções de bases, temos a intenção de acolher temporariamente pessoas desalojadas com estas famílias. Estas famílias agradecerão grandemente qualquer ajuda com alimentos que possamos lhes dar.
7. * Missões diplomáticas: * Entre em contato com suas embaixadas do Quênia e tente saber o que estão fazendo a respeito da situação calamitosa do Quênia. Dê a eles os nossos contatos e encaminhe este artigo para eles. Embaixadas podem fazer mais do que emitir declarações para que as pessoas "mantenahm a paz", como se já não soubessem disso!
8. * Ajude uma criança: * Mais de 75.000 quenianos estão desalojados. A maioria deles são mulheres e crianças. É uma tragédia quando crianças pequenas encontram-se em tal confusão. Não existe nenhuma fórmula perfeita para ajudar estes inocentes. É nossa intenção levar a eles brinquedos, roupas, chocolates, bebidas, livros e mais coisas que possam animá-los. Vamos focar particularmente nas crianças que foram desalojadas e aquelas cujos pais morreram neste conflito.
9. * Reze: * Para aqueles de vocês que, tipo, acreditam em Deus, faça uma oração para que a paz prevaleça no Quênia.
10. * Compartilhe suas ideias: * Será de grande ajuda se você compartilhar quaisquer idéias concretas que você tenha. A maioria dos políticos estão apenas dizendo aos quenianos para manter a paz e realmente não tomam quaisquer ações concretas para resolver esta situação. Pessoas com poder e soluções vindas do povo podem fazer uma GRANDE diferença. Você pode fazer qualquer uma das coisas acima doando as coisas mencionadas ou aquilo que considere correspondente em dinheiro.
Siga seu coração e obrigado por suas idéias.
Cheers, John
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