Contribuições da Psicologia para a Prática Educacional

Artigo escrito por Erica Batista, formando-se em Assistência social, em julho de.2004.1
A autora cursa duas pós-graduações uma em: Docência do Ensino Superior e Administração em Saúde. Email:  ericazipba@yahoo.com.br ou pelo site  http://geocities.yahoo.com.br/ericazipba/countryside.html. Quer falar diretamente com a autora , baixe o mensenger do yahoo e adicione o e-mail:  sozinha22ba@yahoo.com.br.


Resumo: A contribuição da Psicologia no campo Educacional, é um tema cativante e desafiador que permanece atual e proporcionando estudos e pesquisas de vários e renomados cientistas. Ocupa papel de fundamental importância e tende a intensificar-se cada vez mais. Ainda que tenhamos evoluído significativamente nos estudos sobre o tema, o campo para pesquisas continua enorme. Deve-se lembrar sempre que essas contribuições precisam ser caracterizadas como um espaço de reflexão envolvendo a realidade escolar, assim como um espaço propício para a expressão das angústias e das ansiedades inerentes ao processo de formação.
A Psicologia no âmbito da escolar deve também contribuir para otimizar as relações entre professores e alunos, além dos pais, direção e demais pessoas que interagem nesse ambiente.É neste contexto e neste lugar que a Psicologia poderá contribuir para uma visão mais abrangente dos processos educativos que se passam no contexto educacional. Pois, uma vez as contribuições da psicologia inserindo na equipe educacional prepara os conteúdos a serem ensinados visando estabelecer outros e novos patamares para a compreensão dos fatos que ocorrem no dia a dia da escola, propiciando uma reflexão conjunta que possibilite o levantamento de estratégias que venham a sanar as dificuldades enfrentadas.
Palavras-chave: Educação, Psicologia, e reciclagem

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA PARA A PRÁTICA EDUCACIONAL.

1 Psicologia na Educação .


Em uma breve análise partindo do geral percebemos que a importância da psicologia na educação possibilita a criança a apreender, planejar , direcionar e avaliar as suas ações. Ao longo desse processo, ela comete alguns erros, reflete sobre eles e enfrenta a possibilidade de corrigi-los. Experimentam alegrias, tristezas, períodos de ansiedade e de calma. Trata de buscar consolo em seus semelhantes. Não concebe a vida em isolamento

É também no convívio social, através das atividades praticas realizada , que se criam às condições para o aparecimento da consciência, que é a capacidade de distinguir entre as propriedades objetivas e estáveis da realidade e aquilo que é vivido subjetivamente. Através do trabalho, os homens se organizam para alcançar determinados fins, respondendo aos impasses que a natureza coloca à sobrevivência. Para tanto, usam do conhecimento acumulado por gerações e criam, a partir do trabalho , outros conhecimentos.

Ao transformar a natureza , os homens criam cultura, refinam, cada vez mais técnicas envolvidas na relação do individuo com o mundo, analisando os seus mecanismos básicos. Para realizar sua proposta , a psicologia interage com outras ciências tais como a medicina, biologia, filosofia, genética , antropologia , sociologia , alem da pedagogia. Estes ramos dos conhecimentos estão imbricados uns nos outros, de tal forma que, muitas vezes , é difícil saber em que domínio se esta atuando

Tanto o medico como o psicólogo tem como se sabe , interesse em entender o efeito de drogas, doenças ou carências alimentares sobre o crescimento e o desenvolvimento , bem, como as alterações que provocam, do ponto de vista físico e psicológico, tanto na criança como no adulto. Neste sentido, a psicologia pode buscar dados e informações na medicina e vice-versa

No caso das outras ciências , a situação é semelhante. Da biologia a psicologia recolhe subsídios para compreender aspectos particulares das diversas formas de vida. Em especial, o interesse está em conhecer as modalidades de adaptações que lhes permite m a sobrevivência . desta forma , será possível , entre outras coisas, assegurar o conhecimento das diferenças entre a ação caracterizada por reflexos ou por instintos daquelas que demonstram inteligência , ou seja, intencionalidade

A Psicologia como contribuição para a Prática Educacional, segundo Claúdia Davis e Zilma de Oliveira deverá analisar três vertentes que compõem a psicologia como forma de contemplação da ação proposta, para o desenvolvimento, onde este é o processo através do qual o individuo constrói ativamente nas relações que estabelece com o ambiente físico e social, suas características . ao contrario de outras espécies , as características humanas não são biologicamente herdadas , mas historicamente formadas. De geração em geração, o grau de desenvolvimento alcançado por uma sociedade vai sendo acumulado e transmitido, indo influir, já desde o nascimento , na percepção que o individuo vai construindo sobre a realidade, inclusive no que se refere às explicações dos eventos e fenômenos do mundo natural.

Para que a apropriação das características humanas se de é preciso que ocorra atividade por parte do sujeito“ é necessário que sejam formadas ações e operações motoras e mentais, como por exemplo, empilhar, puxar, comparar e ordenar .

A formação dessas habilidades se dá ao longo da interação do indivíduo com o mundo social . ele deve dominar o uso de um numero cada vez maior de objetos e aprender a agir em situações cada vez mais complexas, buscando identificar os significados desses objetos e situações

Assim a primeira vertente dar-se-á através da psicologia do desenvolvimento pretende estudar como nascem e como se desenvolvem as funções psicológicas que distinguem o homem de outras espécies. Elas estudam a evolução da capacidade perceptual e motora, das funções intelectuais, da sociabilidade e da afetividade do humano. Descreve como as capacidades se modificam e busca explicar tais modificações. Por intermédio da psicologia do desenvolvimento é possível constatar que as manifestações complexas das atividades psíquicas no adulto são frutos de um a longa caminhada. Daí a importância desta disciplina para a pedagogia: subsidiar a organização das condições para a aprendizagem infantil, de modo que se possa ativar , na criança , processos internos de desenvolvimento, os quais, por sua vez, serão transformados em aquisições individuais.

O outro pressuposto e a psicologia da aprendizagem, onde esta é o processo através do qual a criança se própria ativamente do conteúdo da experiência humana, daquilo que o seu grupo social conhece. Para que a criança aprenda, ela necessitará interagir com outros seres humanos, especialmente com os adultos e com outras crianças mais experientes. Nas inúmeras interações em que se envolve desde o nascimento, a criança vai gradativamente ampliando suas formas de lidar com o mundo e vai construindo significados para as suas ações e para as experiências que vivem. Com o uso da linguagem , esses significados ganham maior abrangências, dando origem a conceitos, ou seja, significados partilhados por grandes partes do grupo social. A linguagem, além disso, irá integrar-se ao pensamento, formando uma importante base sobre a qual se desenvolverá o funcionamento intelectual.O pensamento pode ser entendido, desta, forma, como um dialogo interiorizado.

Objetos e conceitos existem, inicialmente, sob forma de eventos extremos ao individuo. Para se apropriar desses objetos e conceitos é preciso que a criança identifique as características, propriedades e finalidades dos mesmos. A apropriação pressupõe, portanto, gradativa interiorização. Através desse processo, é possível aprender o significado das próprias atividades humanas que se encontra sintetizada em objetos e conceitos.

Assim, ao se analisar uma mesa, pode-se notar que ela resume, em si, anos de trabalho e tecnologia:é preciso maquinário apropriado para lixar a madeira, instrumentos como o martelo e chaves de fenda para monta –lá , apetrechos para refina-la , como lixa e verniz. Entender o que significa uma mesa implica conhecer as suas principais características e finalidades- mesa para jogar, comer, estudar etc.-, compreendendo o quanto de esforço foi necessário para concebe-la e realiza-la.

A psicologia da aprendizagem estuda o complexo processo pelo qual as formas de pensar e os conhecimentos existentes numa sociedade são apropriados pela criança. Para que se possa entender esse processo é necessário reconhecer a natureza social da aprendizagem. Como já foi dito, as operações cognitivas são sempre ativamente construídas na interação com outros indivíduos.

Em geral, o adulto ou outra criança mais experiente fornece ajuda direta à criança, orientando-a e mostrando-lhe como proceder através de gestos e instruções verbais, em situações interativas. Na interação adulto-criança, gradativamente, a fala social trazida pelo adulto vai sendo incorporada pela criança e o seu comportamento passa a ser, então , orientado por uma fala interna, que planeja a sua ação. Nesse momento, a fala está fundida com o pensamento da criança, está integrada às suas operações intelectuais.

Assim a psicologia da aprendizagem, aplica à educação e ao ensino , busca mostrar como, através da interação entre professor e alunos, entre os alunos , é possível a aquisição do saber e da cultura acumulados.

O papel do professor nesse processo é fundamental. Ele procura estruturar condições para a ocorrência de interações professor-alunos-objeto de estudo, que levam à apropriação do conhecimento. De maneira geral, portanto, essa visão de aprendizagem reconhece tanto a natureza social da aquisição do conhecimento como o papel preponderante que nela tem o adulto. Estas considerações , em conjunto, têm sérias implicações para a educação : procede-se, na aprendizagem, do social para o individual, através de sucessivos estágios de internalização, com o auxilio de adultos ou de companheiros mais experientes.



2.2 A concepção efetiva das contribuições da Psicologia e Educação.


Desde muito antes da aparição da psicologia cientifica , o conhecimento psicológico desempenhou um papel relevante na elaboração de propostas pedagógicas e na configuração da teoria construtivista. Recordamos por exemplo, Herbart , um dos pensadores mais influentes no pensamento pedagógico do século XIX, já afirmava que a filosofia moral deve procurar os meios apropriados para isso. Com os primeiros balbucios da psicologia cientifica , nos últimos anos dos séculos XIX, estas expectativas se incrementam de forma considerável. Acredita-se firmemente que o desenvolvimento dessa nova ciência proporcionará à teoria da educação um impulso definitivo para abordar e solucionar os problemas mais inquietantes.

A psicologia da educação, pela posição privilegiada que ocupa será uma das mais beneficiadas por esta injeção de recursos. Contudo a existência de outras disciplinas educativas que sugeriram nos anos cinqüenta, obriga-lhe, à aceitar a necessidade de uma proposta multidisciplinar na análise dos fenômenos educativos e por outro lado a precisar seu próprio objeto de estudo.

A respeito é significativa a mudança gradual, produzida durante esses anos, na amplitude e na natureza de seus conteúdos.Assim para alguns estudiosos as relações entrem a Psicologia e a Educação adotam um caráter unidirecional , ignorando as características próprias dos fenômenos educativos, sendo necessário e urgente uma mudança de perspectiva.(SIC!)

Contudo podemos identificar três componentes que segundo César aparecem em todas as tentativas de aplicar a psicologia à educação.em primeiro lugar, temos o que se emprega, ou seja, um conjunto de conhecimentos – generalizações empíricas, princípios, leis, modelos, mais ou menos organizados, sobre os processos psicológicos. Na seqüência, referir-nos-emos a este componente como núcleo teórico-conceptual.

Em segundo lugar, encontramos o âmbito de aplicação, ou seja, a parcela da realidade, situações, fenômenos e problemas, à qual pretendemos adaptar o núcleo teórico-conceptual, onde estão incluídas as praticas educativas na esfera de aplicação.

Por ultimo, é necessário dispor de alguns procedimentos ou pautas de atuação que permitam , ajustar o conhecimento teórico, que é por definição, geral e descontextualizado, às características particulares do âmbito de aplicação - procedimentos de ajuste.

A natureza desses três componentes, a sua importância relativa é atribuída às relações postuladas entre os mesmos que estão na base da diversidade de concepção da psicologia na educação.


2.3 A intervenção da psicologia atual na formação de professores hoje.


Vivemos numa sociedade em mudança e é para ela que formamos os nossos alunos. Formamos para o amanhã e esse amanhã não sabemos o que vai ser.Formamos para o desconhecido que sabemos exigente e sempre novos.

Com as alterações na conceptualização do desenvolvimento psicológico das últimas décadas, a concepção do desenvolvimento psicológico decorrente da maturação biológica foi sendo progressivamente relativizada e uma perspectiva construtivista foi surgindo. Sabemos hoje que a modificabilidade cognitiva é um fato. Podemos intervir no desenvolvimento cognitivo, nomeadamente no desenvolvimento da inteligência e de competências metacognitivas:aprender a pensar, aprender a aprender, pensar sobre o pensar.

"O desenvolvimento psicológico é hoje considerado um fenômeno interativo, fruto da dinâmica processual entre as potencialidades e características individuais e os contextos educacionais em que o sujeito, num processo nunca acabado de integração reestruturante das suas vivências, interatua.O sujeito tem, portanto, um papel ativo muito importante na construção do conhecimento e na construção de si próprio”.( LUNA.)

Esta perspectiva tem muito a ver com a concepção de que o ser humano é um organismo proativo, com motivos inatos e intrínsecos que o orientam, naturalmente, para estabelecer relações com o mundo (que consideramos espaço de vida formado por muitos contextos interacionais) e determinam um modo de funcionamento interativo que favorece o desenvolvimento de potencialidades pessoais inatas. Está também ligada à progressiva valorização das múltiplas tarefas que a criança vai realizando ao longo da sua vida e que, por si só, constituem ocasião e oportunidade de desenvolvimento.

A nossa sociedade é hoje essencialmente cognitiva, isto é, aprende e desenvolve-se continuamente com os novos conhecimentos e com aquilo que faz, reconstruindo-se numa aprendizagem acelarada. Não esqueçamos, no entanto que "(...) não há processos cognitivos frios. (...) os processos cognitivos não se encontram isolados dos processos motivacionais, afetivos e emocionais, assim como não se encontram desligados dos processos de ação ou de execução de respostas (...).( CARRAHET,1986).

Ao sabermos que o ser humano não nasce com toda a perfeição que potencialmente pode vir a ter, mas que, no entanto, é dotado de capacidade para atingir essa perfeição e para a desenvolver, tentamos ajudá-lo a aceder ao seu máximo e a desenvolvê-lo, qualificando os contextos educativos. Então, poderemos dizer que a finalidade da "Educação" é a "ativação do desenvolvimento psicológico".

Formar pessoas preparadas para intervir de forma crítica e criativa na sociedade em construção acelerada, pessoas disponíveis para a mudança, com capacidade de aprender em cada dia com os fatos novos que experiênciam, com capacidade de se desenvolver, concomitantemente, com a sociedade em que interagem, são objetivos da "educação".

Os mediadores explicitados, de forma clara, pela sociedade para fazerem a "educação" são hoje essencialmente os professores. A eles cabe a árdua tarefa de, através do processo de ensino-aprendizagem que implementam, promover intencionalmente o desenvolvimento dos seus alunos, de forma a que estes se continuem a construir/desenvolver, mesmo depois de sair da "escola", intervenham na sociedade como cidadãos plenos, realizando-se nessa mesma sociedade que ajudam a construir.

A Psicologia, hoje, na formação de Professores, parte dos fins da "educação” e, apostando na "promoção do ser para ser todo o ser que potencialmente pode vir a ser", vai mais além: baseando-se nos seus conhecimentos atuais, assumem a modificabilidade cognitiva, e envereda por uma intervenção efetiva no desenvolvimento do ser humano - intencionaliza o processo educativo em termos de ativação do desenvolvimento psicológico dos professores e dos alunos.


2.3.1 O que é ativação do desenvolvimento psicológico?


A ativação do desenvolvimento psicológico é um conceito muito recente. Surgiu com a idéia de que é possível agir sobre o desenvolvimento da criança, otimizando-o e melhorando-o, quer em situações de aprendizagem normal, quer em situações educativas especiais.Implica, como nos diz José TAVARES (1995) no prefácio do livro "instigar, estimular o desenvolvimento humano em todas as suas dimensões, tendo em conta as suas disponibilidades mais sensíveis (...) ou abertas dos sujeitos nos seus diferentes estádios ou fases de desenvolvimento".

É um conceito ligado à pedagogia, pois se efetiva de forma intencional, na escola através duma pedagogia centrada na criança e das metodologias de ensino-aprendizagem que cada professor implementa. Baseia-se nos pressupostos da escola ativa que coloca no centro do processo o sujeito, com as suas características, a interagir, de forma dinâmica, com as pessoas e os objetos de aprendizagem, e a construir e interiorizar a interpretação das suas vivências.

Poderemos considerar percussores do conceito de ativação do desenvolvimento psicológico, as noções piagetianas de equilibração e de interiorização como mecanismos importantes no processo desenvolvimental, o conceito de conflito cognitivo de Inhelder, Sinclair e Bovet (1974) como o desiquilíbrio de uma dada estrutura, provocado pelo confronto do sujeito com possibilidades de resposta diferentes para um mesmo problema, o conceito de conflito socio-cognitivo com os trabalhos de Doise, Mugny e Perret-Clermon (1974), Mugny, Giroud e Doise (1978), ou Mgny e Doise (1983) que vêm enfatizar as explicações do desenvolvimento cognitivo a partir de variáveis sociais, dando origem a um novo ramo do saber:a psicologia social genética, e o conceito de zona de desenvolvimento proximal de Vigotsky.
























Considerações Finais

As contribuições da Psicologia para a prática Educacional, trouxe uma ampla variedade de movimentos de reforma curricular, conduzidos em grande maioria , em estréia colaboração por especialista em planejamento, psicólogos e educadores, que costuma ocorrer em diferentes países em momentos que sucedem a abertura ou a aceleração de um processo de democratização das oportunidades educacionais.

A democratização do ensino determina não só um crescimento quantitativo,mais a diversidade sócio-cultural do alunado.Em decorrência agravam—se os problemas a serem enfrentados pelas escolas, principalmente quando se trata de garantir a todos os alunos a aquisição de um conjunto básico comum de conhecimentos e habilidades indispensáveis ao cidadão.

Quanto mais informações os educadores tiverem sobre o processo de aprendizagem dos conteúdos escolares, maiores serão as chances de melhoria das praticas pedagógicas. Compreende-se, assim, a relevância teórica dos estudos psicológicos para a área de educação e a necessidade de se efetivar intercambio entre a psicologia e a pedagogia, à medida que aumentam os problemas que as escolas tem que enfrentar.

Todavia, mudanças nas praticas educacionais atuais requerem um conjunto de varias medidas e envolvem um conjunto extenso de fatores, sendo que apenas parte deles pode ser explicada pelas teorias psicológicas..

Numa proposta consistente e aprofundada da psicologia aplicada à educação, o futuro professor, e em especial aquele que se encarregará do ensino básico, deve ser levado à compreensão de por que se privilegia uma abordagem sobre a outra e, para tanto, é preciso que se lhe deixe claro os critérios sobre os quais se apoiou a escolha teórica. Isso só pode ser feito pela confrontação critica das teorias disponíveis no que concerne aos seus pressupostos, à sua abrangência e sobretudo, às implicações para a pratica docente

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