VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Confirmante

Muitos pais sofrem todas as agruras impostas pelos baixos salários, uma delas é não poder colocar o seu filho na escola particular. Daí, por força das circunstâncias, colocando-o na escola pública, pensando no melhor para ele, em poder, um dia, ter a sua independência, em ser o que eles não puderam ser.
Além do trabalhador passar por todas as humilhações e carências de uma sociedade injusta, ainda conta agora com a apreensão do seu filho poder ser agredido, ou mesmo, assassinado no recinto escolar.
Em vários estados brasileiros, há histórias horríveis de violências nas escolas, inclusive com homicídios, uma mostra do abandono, do descaso e da insegurança em que vivem mergulhados os estabelecimentos de ensino público.
O fato já está preocupando autoridades educacionais, políticas e pesquisadores, constatando ser alto o percentual de alunos que já presenciaram armas e até gangues se formando no interior das escolas, quando esse ambiente era para ser de calma e estudo.
Quem foi que disse que o assomo dessa violência está apenas entre os alunos? Há professores e funcionários grosseiríssimos e "desbocados" no recinto escolar, inclusive, agredindo verbalmente não só alunos, mas os funcionários e as professoras mulheres, solicitando que se criem urgentemente, para o curso de formação de professores, disciplinas como Etica, Cidadania, pois quem trabalha com educação precisa ser de alto nível cultural e educacional, e uma prova dessa queda está aí para todo mundo ver: alunos sem qualidade e quantidade .
Cumpre os diretores, autoridades ligadas à educação estudarem, debaterem tudo o que gira em torno dessa problemática, promovendo uma educação continuada para os alunos e os profissionais de educação. Quanto às rondas policiais junto às escolas, inibindo a violência, não seria a medida mais certa, mas não havendo outro recurso, que sejam atentas e eficientes, cooperando com um trabalho preventivo.